24 de fevereiro de 2015

Sons do Brasil #8: PIAUÍ

Depois de um tempinho parado por motivos psicossociais técnicos, eu, Vic Lima, atendi o pedido de todos, e estou de volta para o delírio e bem maior de toda a nação! (WTF! o_O hauhauhauha)

Atrasamos algumas semanas do Sons do Brasil, mas nada que não pudesse ser resolvido, reorganizado e rearranjado!

Então, onde paramos mesmo? Programa #8 né?! Vamos logo ao que interessa! Tá no ar...



O estado escolhido de hoje faz parte da nossa querida região Nordeste. Limitado por Ceará e Pernambuco a leste, Bahia a sul e sudeste, Tocantins a sudoeste, Maranhão a oeste, e delimitado pelo Oceano Atlântico ao norte, o sorteado de hoje é riquíssimo em manifestações culturais.

Como o estado é relativamente grande, havendo vários tipos de clima, vegetação e relevo, é comum a variedade de culturas conforme o local. As manifestações culturais mais comuns são: Bumba-meu-boi, Cavalo Piancó, Congada, Samba de Cumbucaoda de São Gonçalo, Reisado, etc...

É óbvio que estamos falando do:

PIAUÍ!!!

Eu poderia encher mais linguiça falar mais desse estado lindo que é o Piauí para vocês, mas como diria o sábio e saudoso poeta Giovanni Improtta, "O tempo 'ruge' e a Sapucaí é grande", vamos sem mais delongas ao nosso top 10! o/

Pra inicío de conversa, quero trazer logo pra vocês o som alternativo de Sandro Moura! Se você acha que conhece muito da pegada alternativa e nunca ouviu esse cara, sinto em lhe dizer que você está enganado! Nem precisa falar muito... "Belas Cores", música de sua autoria, é tão top que já mostra o quão completo é esse artista!


Pra vocês que curtem algo mais pesado e underground, a boa e mais pedida desse top 10, é a canção "Words That Shout" da banda Scud! Completando 25 anos de estrada, a banda traz tudo que um bom e completo rock pede! Vem curtir!


Já se você prefere algo numa vibe mais relax, vai se deliciar com o som da banda Cabesativa! A canção "Sangue Derramado" é só uma amostra da pegada precisa e concisa desta banda de reggae piauiense!
  

Agora vamos para fazer uma analogia. Quantas vezes vocês acham que o pessoal que faz barzinho por ai, ouve o famoso bordão: "TOCA RAUL"? Com a galera da Clínica Tobias Blues, você nem precisa pedir... O Raulzito já é parte conjunta da banda! Sim, ouçam "Canceriano Sem Lar" e tirem suas conclusões!


Com uma ascendência incrível no mundo musical, temos uma volta da pegada "brega" nas músicas... E é isso que temos por hora na canção "Volúpia" da galera da Projeto Armazém! Com a participação do famoso sanfoneiro Beto Hortiz, e com um pequeno medley com o sucesso "Deixa eu te amar", do saudoso Agepê, essa pegada me lembrou muito as canções do Zeca Baleiro! Quem é fã, assim como eu, vai curtir bastante!


Por falar em lembrar canções, o estilo da banda Neanderthal que você vai poder ver abaixo, tem um 'quezinho' de Titãs! "Cunhado" foi uma das canções em que a banda apresentou durante seu pocket show da Oi Novo Som, e traz uma pegada rock muito top!


Quebrando um pouco, trago para vocês agora a doçura e peculiaridade leve da canção "Neguinha" da banda Bia e os Becks! Com um feat de Nadedja Leal, essa bossa nova da vocalista Bia Magalhães em parceria com Mário Araújo, vai fazer você viajar! É só deixar se levar...


Seguindo uma linha mais folk, temos por hora o som da banda Novos Xavantes! Canção que faz parte do seu primeiro ep lançado no ano passado, "Tudo Pode Parar" é tão apaixonante que não há como enjoar, mesmo que você ouça 18956427615 vezes seguidas! Apaixone-se também!


Estamos chegando ao fim de mais um top 10, restando apenas 2 artistas, e preciso confessar que deixei esses 2 por último porque me chamaram tanto a atenção quando ouvi à primeira vez, que eu tinha que deixar um lugar especial pra eles... Primeiro, o som de Danilo Rudah! "Inverso" foi a canção que me fez conhecer esse artista. Apesar de não ter milhares de elementos em sua formação, é tão comercial que eu acho que sua simplicidade é que traz isso! Ouçam aquii:


E encerrando mais um top 10, eu não poderia deixar de fora o indie alternativo da banda Validuaté, grande destaque da música piauiense nos últimos tempos! Eu conheci a Validuaté com o álbum "Alegria Girar" e até então me tornei fã assíduo! Trago pra vocês a canção "Eu Te Considerava Tanto" do EP "Este Lado de Cima", um dos mais recentes da banda!


É isso galerinha, encerramos por aqui mais um "Sons do Brasil"!

Pra vocês que não viram os episódios anteriores ou querem rever toda a galera que já passou por aqui, basta clicar em "Todos os posts do autor" logo abaixo na caixinha da minha descrição! Vocês serão encaminhados para a coluna musical e poderão achar tudo lá!

Até qualquer hora! 

Vlw, flw! o/

Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Vic Lima |  Facebook - Twitter - Soundcloud  |  Todos os posts do autor
Aspirante à aprendiz de músico. Pernambucano, Canceriano e há 21 anos fazendo e falando besteira. Aquele que entrou pela cota de "Copiloto, Sócio e Braço direito da Idealizadora do Blog".

23 de fevereiro de 2015

1 filme por semana | 7/53: "Maze Runner - Correr ou Morrer"

Oi genteee, tudo bem com vocês?

Sentiram falta do nosso "1 filme por semana"? Pois é... Tivemos alguns probleminhas e acabamos atrasando, maaas, não deixamos de assistir filmes e cumprir nosso desafio anual! Sendo assim, vamos atualizando vocês com nossas críticas e sugestões, mesmo fora do dia, ok? Perdoem-nos! ;)

O filme escolhido para a 4ª semana do desafio foi a adaptação da Saga Literária queridinha de muitos leitores: Maze Runner!




Eu já havia lido algumas resenhas e posts livres de spoilers sobre os livros, e de cara me despertou interesse. Adoro o gênero adolescentes fodinhas  aventura + distopia e realmente me envolvo com a trama.

Com este não foi diferente.

O filme começa com Thomas dentro de uma caixa que funciona como um elevador, chegando em um local aparentemente desconhecido e totalmente sem memória. Lá, ele é recepcionado por um grupo de adolescentes - todos garotos - aonde um líder lhe explica o máximo que pode sobre o local.

Nenhum deles sabe como foi parar ali, tampouco tem lembrança de sua vida anterior. O que sabem é que, uma vez ao mês, a mesma caixa que trouxe Thomas traz outro jovem que chegam nas mesmas condições. 

O lugar nomeado de Clareira, não possui nada além de uma vasta floresta e um imenso labirinto centralizado, que muda de posição a cada dia e abre e fecha seus muros em horários determinados. 

Para sobreviverem, os Clareanos se organizaram como em qualquer sociedade: dividindo funções e criando regras básicas de convivência. 

Uma das funções designadas é a de 'Corredores'. Apenas os jovens nomeados nesta função têm ordem para adentrar o Labirinto quando o muro se abre. Devem, então, percorrê-lo o máximo que puder, memorizando suas passagens e, retornando antes do muro se fechar, devem mapeá-lo em uma grande maquete. O intuito é tentar encontrar uma saída.

Mas nem tudo é tão simples. Caso algum Corredor não consiga retornar a tempo, tendo de passar a noite preso no Labirinto, sua morte é dada como certa. Já que à noite criaturas gigantescas e extremamente cruéis são soltas, tornando a sobrevivência de qualquer um impossível!

Thomas chega para interferir na rotina dos meninos. Sua curiosidade,  e inquietação com o motivo que os levaram até ali, o faz quebrar regras, ousar, esquematizar e, assim, desenrolar todo o roteiro intrigante, misterioso e muito inteligente.

A abertura de mais uma caixa que traz os jovens, e um bilhete anunciado ser a última vez, apimenta a trama, trazendo novidades e uma reviravolta surpreendente, deixando muitas pontas soltas para serem amarradas em um próximo filme!

Adorei o filme. Fiquei muito ansiosa para ler a Saga, que com certeza deve ser rica de detalhes que as adaptações sempre deixam passar. Achei as relações entre os personagens bem superficiais, e acabou ficando a dúvida se realmente são assim devido às condições em que se encontram ou se no livro é possível um envolvimento maior! 

Com certeza irei ler a Saga e, assim que o fizer, volto aqui para resenhá-la e apontar as diferenças.

E vocês, já assistiram? Conta pra gente o que achou!


Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Eliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

22 de fevereiro de 2015

1 filme por semana | 6/53: "50 Tons de Cinza"



Sinopse: Anastasia Steele (Dakota Johnson) é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Uma dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey (Jamie Dornan). Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey.

E o filme mais esperado dos últimos tempos finalmente está nos cinemas. "Cinquenta Tons de Cinza", depois de mais discutido do que a lista do Oscar está encantando e desencantando muitos nas telonas. E olha que polêmica foi o que mais teve em volta dessa história: quais seriam os atores, quando começariam a gravar, quando seria a estreia, qual seria a classificação do filme, se seria 1 ou 3 filmes... Ufa! Deu pano para a manga. Assisti ao filme e gostaria de falar um pouquinho do que achei. Mas antes gostaria de falar muito por alto sobre os livros para conseguir explicar melhor minhas impressões sobre Dakota, Jamie e Cia.

Bom, admito, amo a trilogia. Foi o melhor livro que li na vida? Não, não foi mesmo. Foi o livro mais bem escrito? Longe disso, às vezes é até muito repetitivo. Foi o livro mais criativo? De modo geral, não. Foi com os melhores personagens? Grande personagem só tem um. Mesmo assim, volto a admitir, eu amo. Acho que foi porque li num momento em que ele começava a ganhar grande fama no Brasil e ainda não era um "boom" nacional. 

Não li porque tinha muito sexo de molhar as calcinhas e nem criei grandes expectativas só com a opinião das pessoas próximas de mim que tinha lido. Li despreocupada, de mente aberta, tentando não julgar aquilo que não conheço e sem me apegar a esse falso moralismo da nossa sociedade. De início, li por ler e no final das contas gostei muito do que "vivenciei" entre cinza, passando tons mais escuros até chegar à liberdade. Gostei da forma como a história envolveu meus sentimentos, me fez pensar, me fez ter reflexões e me encantou com seus defeitos e qualidades. Muitas vezes a "arte" é assim, ela te conquista de maneira que você nem consegue explicar. É um livro diferenciado, sem sombra de dúvida, porque faz uns amarem de paixão e outros odiarem. E em minha opinião é essa a maior graça dessa história toda.



De acordo de como o livro soube mexer comigo em muitos aspectos, foi inevitável que criei expectativas sobre o filme de início. Queria que ele tivesse estreado 6 meses depois que terminei de ler, que o Matt Bomer fosse meu Grey e que o filme tivesse 5 horas para ter todas as cenas do livro. Mas, a gente sabe que não é possível. Nunca é possível. 

Qualquer filme tem uma leitura diferente de qualquer livro. São maneiras diferentes de passar ideias e conteúdos, logo precisam ser diferentes na hora de nos atingir. Já sofri muito por querer que seja igualzinho. Hoje já não me preocupo mais com isso. Os filmes são baseados em livros. Se o livro é uma base significa que não são cópias. Fico feliz quando mantém a ideia da história. Modificações são necessárias para tornar a sequência de imagens mais dinâmicas e trazer os personagens para o roteiro proposto.

É claro que vamos comparar. É inevitável não fazer isso, inclusive. Eu comparo, vocês comparam, todos comparam. Isso é do ser humano. Até porque ao vermos o filme corremos o risco de lembrarmos do livro, aí é claro que vamos ver que a cena está diferente, que as características dos atores não são bem aquelas, que os lugares não apareceram iguais, que a cena que a gente tanto gosta não está incluída no longa e que aquele beijo de tirar o fôlego, puuuuuxa, não foi o que imaginei. Isso é bom. É positivo. 

Só não pode virar uma crítica desnecessária.

Por isso, admito mais uma vez, gostei muito do filme. Tem cenas modificadas, senti falta de 2 cenas do livro que queria muito ver no filme e não vi, mas posso dizer que a sequência da história está todinha no filme e de maneira correta. Temos alguns lugares muito bem feitos de acordo com o que foi descrito pela autora, amei a trilha sonora e fiquei satisfeitíssima com a Dakota como a Anastácia. E olha que quando vi a atriz achei que ficaria horrível. Porém, ela vestiu a camisa e dentro do esperado se saiu muito bem.

O Grey eu não achei tão parecido. Eu esperava mais. Mas não por incompetência do ator em si. Ele é lindo, é talentosíssimo e eu não tenho dúvidas disso porque já vi outros trabalhos dele. Foi culpa mesmo do roteiro que não deu o tom mais exato do personagem. 

Achei a atriz que faz a Kate, melhor amiga da Anastácia, velha para a personagem e senti muita falta de uma participação um pouquinho maior de alguns personagens secundários e de algumas cenas da Ana sem o Grey. Afinal, ela tem uma vida sem ele e isso se mostra no decorrer da história. Posso estar enganada, mas pode prejudicar um pouco o próximo filme (mas estou torcendo para que não aconteça). Esses são os pontos negativos para mim.

Cinquenta Tons de Cinza, o filme está mais romantizado e acho isso bom para que pessoas que não leram ou não gostaram/se apegaram ao livro possam ter uma outra ideia da história e quem sabe vir até a gostar dela. E quero parabenizar as cenas de sexo. Não são muitas como no livro, mas são muito bonitas e bem feitas. Soube demonstrar o teor explorado no enredo. Meu último parabéns vai para Jamie Dornan, que faz Christian Grey, por sua linda bunda. Cuida muito bem do corpo, que continue assim! (hahahahaha foi só para descontrair mesmo).

Em suma, depois de tanto esperar, especular e ansiar, "Cinquenta Tons de Cinza" me deixou muito feliz e satisfeita. Já estou ansiosa para ver "Cinquenta Tons Mais Escuros" nas telonas em 2016.



E vocês, já assistiram? O que acharam? Conta pra gente!



Sobre o Autor:
Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.


20 de fevereiro de 2015

Resenha | O Palácio de Inverno (John Boyne)

Título: O Palácio de Inverno
Autor: John Boyne
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 456

Sinopse: Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública?
Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais.
Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior.
A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família do czar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso - mas e para Zoia, o que teria custado?
Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.

9 de fevereiro de 2015

Resenha | Uma vida para sempre (Simone Taietti)


Título: Uma vida para sempre
Autor: Simone Taietti
Editora: Novo Século
Número de páginas: 347

Sinopse: Ethel diz estar morrendo. Contudo, não afirma isso apenas em razão de sua doença. Talvez a única certeza de nossa existência seja a morte, o fato de que ela chega para todos. Mas nem por isso deixa de ser a maior incógnita da vida.
Em um hospital, em meio à dor das histórias dos pacientes, Ethel encontrou amigos. Entre passeios em cemitérios, frequentando velórios e enterros de estranhos, ela tenta preparar a si e aqueles que ama, para o que parece estar ali tão próximo, o fim. Entretanto, não esperava enfrentar algumas surpresas que a fizessem duvidar de tal preparação.
As estatísticas ruins, a inexorável passagem do tempo. Onde reside a lógica disso que nos arranca pedaços, da súbita inexistência do que outrora era vívido e pulsante? Um corpo que jaz. Palavras que se perdem. A finitude de tudo o que é tão belo talvez seja a maior dor do mundo.
Uma vida para sempre é um compilado de desejos, pensamentos e dias.
Quanto dura o para sempre?
Ethel descobriu.



4 de fevereiro de 2015

Sorteio | Resultado

Bom dia!!! Tudo bem com vocês?

Chegou a hora de conhecer o (a) vencedor (a) do Sorteio que realizamos em parceria com o Blog Três Leitoras! VEM!!!

Após o sorteio, conferimos todas as regras e confirmamos que tudo havia sido cumprido!

O número sorteado segue abaixo:


Mas quem será o (a) felizardo (a)??


Parabéééns Naiane!!!

Um e-mail foi enviado pela equipe do Três Leitoras e você tem até 48h para respondê-lo! Caso contrário, um novo sorteio será realizado!

E você que não conseguiu desta vez, não fique triste, pois, em março tem mais sorteio por aqui!!

Beijinhos e até a próxima!

1 de fevereiro de 2015

1 filme por semana | 5/53: "Caminhos da Floresta"



Saí do cinema com várias sensações. É um filme diferente. Um conto de fadas com muita realidade. Uma história encantada que mostra os desencantos que existem na vida.

Como no Brasil não temos o hábito e gosto pelos musicais, acredito que muita gente não vai gostar porque é um musical beeeeem musical mesmo. São muitas músicas. Ao ponto de a primeira meia hora do filme (mais ou menos) os diálogos serem todos através de canções. A minha sugestão é: insista! Apesar de ser cansativo esse gênero, o filme é bom.

Primeiro porque reúne várias histórias conhecidas de uma maneira muito inteligente e muitas vezes divertida. Ri muitas vezes ao longo do filme. Segundo porque o final feliz esperado é só a metade do filme. A situação tem reviravolta que é justamente a ponte para chegar ao verdadeiro "final" feliz. A terceira característica, que faz o filme ser tão interessante, é mostrar que personagens encantados não são tão perfeitos assim e nem tão diferentes de nós. Por último, as ligações que são passadas: todos erramos e acertamos, todos temos lados bons e ruins, todos temos momentos bons e ruins, a união faz a força sim e as crianças são a consequência da sua família e do meio que vivem. Cuidado com as palavras e as ações para elas e com elas.

Enfim, é uma história instigante, engraçada e com muitas entrelinhas. Precisa ter mente aberta e um pouco de paciência. Fica a dica de mais uma grande história!




Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Natalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.
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