terça-feira, 31 de março de 2015

Caixinha do Correio #1 - Janeiro, Fevereiro e Março


Oi gente, tudo bem com vocês? 

Chegamos ao final do primeiro trimestre de 2015 e resolvemos mostrar aqui os livros adquiridos por nós nesse período! Vamos conhecê-los?

1 - Livros da Eliza Alvernaz:


Livros de Sebo:

1 - Dom Casmurro (Machado de Assis) - Versão ilustrada, adaptado por Felipe Greco e Mario Cau - Devir Livraria
2 - Quarto de Despejo (Carolina Maria de Jesus) - Editora Abril

Livros de Autores Parceiros:

3 - Uma mulher, um homem, um drink (Natalia Von Poser) - Selo Eu amo Escrever
4 - Um ano bom (Ana Faria) - Ases da Literatura
5 - O espelho da Intenção (Águeda Faon) - Editora Protexto (resenha aqui!)

Livros de Editoras Parceiras:

6 - Louca por você (A.C.Meyer) - Universo dos Livros (resenha aqui!)
7 - A cidade das sombras dançantes (Pedro Veludo) - Editora Quatro Cantos
8 - Em busca das Borboletas (Margarida Pizarro) - Chiado Editora (resenha aqui!)

Livros ganhados em sorteios:

9- Por trás do véu de Isis (Marcel Souto Maior) - Editora Planeta
10 - Lisbela e o Prisioneiro (Osman Lins) - Editora Planeta
11 - Toda Sua (Sylvia Day) - Editora Paralela
12 - Cartas entre amigos - sobre ganhar e perder (Gabriel Chalita e Fábio de Melo) - Editora Globo
13 - Reconciliação (Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho) - Editora Petit
14 - Duas verdades e uma vida (A história de um pequeno rei)  (Jorgenete Pereira Coelho) - Publit

Livros ganhados de Amigos:

15 - Alice's adventures in wonderland & others stories ( Lewis Carrol) - Barnes & Nobles
16 - Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K.Rowling) - Editora Rocco
17 - Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K.Rowling) - Editora Rocco
18 - Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban (J.K.Rowling) - Editora Rocco
19 - Harry Potter e o Cálice de Fogo (J.K.Rowling) - Editora Rocco
20 - Harry Potter e a Ordem da Fênix (J.K.Rowling) - Editora Rocco
21 - Harry Potter e o Enigma do Príncipe (J.K.Rowling) - Editora Rocco
22 - Harry Potter e as Relíquias da Morte (J.K.Rowling) - Editora Rocco
23 - No Mundo de Luna (Carina Rissi) - Verus Editora
24 - Um dia (David Nichols) - Editora Intrínseca
25 - O retorno do Jovem Príncipe (A.G.Roemmers) - Fontanar

Livros comprados:

26 - Mary Poppins (P.L.Travers) - versão ilustrada por Ronaldo Fraga - Cosacnaify 
27 - Eu + você = nós, um livro para preencher junto (Lisa Currie) - Editora Benvirá

* O "Livro Louca Por Você" não está na imagem, pois, está emprestado! ;)

2 - Livros de Natalia Menezes


Livros comprados:

1 -  Mary Poppins (P.L.Travers) - versão ilustrada por Ronaldo Fraga - Cosacnaify
2 - Alice's adventures in wonderland & others stories ( Lewis Carrol) - Barnes & Nobles
3 - Walking Disaster (Jamie McGuire) - Atria Books
4 -  Beautiful Disaster (Jamie McGuire) - Atria Books
5 - O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry) - Geração
6 - No Mundo da Luna (Carina Rissi) - Verus Editora
7 - O Diário de Anne Frank (Otto Frank) - Editora Record
8 - Cidades de Papel (John Green) - Editora Intrínseca (resenha aqui!)
9 - Florita: uma vida, um amor (Taísa Luciano) - All Print Editora
10 - Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll) - Universo dos Livros (resenha aqui!)

Livros de Autora Parceira:

11 - Uma vida para sempre (Simone Taietti) - Editora Novo Século (resenha aqui!)

3 - Livros de Pit Larah


Livros Comprados:

1 - Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K.Rowling) - Editora Rocco
2 - Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K.Rowling) - Editora Rocco
3 - Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban (J.K.Rowling) - Editora Rocco
4 - Harry Potter e o Cálice de Fogo (J.K.Rowling) - Editora Rocco
5 - Harry Potter e a Ordem da Fênix (J.K.Rowling) - Editora Rocco
6  - Harry Potter e o Enigma do Príncipe (J.K.Rowling) - Editora Rocco
7 - Harry Potter e as Relíquias da Morte (J.K.Rowling) - Editora Rocco

Livros ganhados:

8 - Crime e Castigo livro 1 (Dostoiévski) - Editora Abril
9 -  Crime e Castigo livro 2 (Dostoiévski) - Editora Abril
10 - Dom Quixote de La Mancha (Miguel de Cervantes) - Editora Abril

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Sobre o Autor:
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!




segunda-feira, 30 de março de 2015

Quando me tornei feminista?

Tornei-me feminista quando, ainda criança, não me identificava com nenhuma princesa da Disney. E não concebia a ideia de ser frágil e indefesa, sempre à espera de um príncipe encantado pra me salvar.

Tornei-me feminista quando, na mesma idade, enquanto todas queriam ser 'Cinderelas', eu queria ser a Mia do Jaspion. Apelido que, inclusive, me acompanha até hoje.

Sim, aquele coala-porco-espinho, que soltava espinhos nos inimigos. 

Quando me apaixonei por "A Bela e a Fera" e passei a assistir incansavelmente, por ser a primeira protagonista de longa infantil que caga pro amor verdadeiro. Que quer mesmo é ser independente, sair do interior e ler todos os livros do mundo. Sendo a primeira a se apaixonar através da convivência, e não no primeiro olhar. A primeira que salva, e não o contrário. E olha que eu nem sonhava que ainda viriam Mulans, Elsas e Merivas por aí!

Quando preferia os bonecos de "Comando em Ação" do meu primo ao fogãozinho importado que fervia água de verdade. Mas, sobretudo, quando entendi que eu PODIA ter essa preferência! Assim como podia continuar curtindo minhas Barbies, com seus vestidos de festa e furgões cor-de-rosa. 

Quando entendi que, se eu tinha vontade de 'ficar' com esse ou aquele, eu deveria simplesmente ficar, e nunca permitir que as opiniões alheias, os julgamentos preconceituosos que separam mulheres em gavetas de "pra pegar" e "pra casar" me atingissem e inibissem.

Quando compreendi que eu nem sequer preciso casar. 

Tornei-me feminista quando, após ter um filho e não levar adiante meu relacionamento com seu pai, exigi meu direito de não ser apenas mãe. Resgatei minha identidade, minha liberdade, e passei a exercer, sem culpa, meu papel de amiga, namorada e mulher, dividindo as responsabilidades da criação dele com o pai, reservando meu tempo individual!

Tornei-me feminista quando, assediada e agredida na rua, precisei detalhar que roupa eu estava usando no momento e, então, entendi o quão errado isso era, e o tanto que teria de me impor pra que isso um dia mudasse!

Quando, nem por um momento, aceitei a ideia de ter um salário menor que um homem, desempenhando uma mesma função. Quando tracei como objetivo, a luta por uma sociedade sem hierarquia de gênero.

Quando entendi que, se eu não gosto de tal roupa, não quer dizer que quem a usa é inferior a mim.

Quando a culpabilização de qualquer vítima passou a me enojar.

Quando conheci meu direito de dizer "não".

Quando percebi que nenhuma mulher é diferente de mim, independente de sua postura perante a sociedade, e as escolhas que faz para si.

Quando me aceitei e me amei como sou.

E, principalmente, quando compreendi que as escolhas que faço para minha vida são minhas e de mais ninguém. Que meu corpo é meu, e apenas eu, posso decidir o que fazer com ele!

Quando conheci, e adotei, o conceito de sororidade, dei sentido novo pra minha vida e percebi que eu POSSO. 

E você também!


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sexta-feira, 27 de março de 2015

Resenha | Cidades de Papel (John Green)

"Cidades de Papel" - Autor: John Green - Editora: Intrínseca - Páginas: 304

Olá, pessoal! Entrando no clima de divulgação do filme CIDADES DE PAPEL, que será lançado em 16 de Julho de 2015, resolvi dividir com vocês meus Sentimentos Literários sobre esse livro.


O título original é Paper Towns, o filme foi dirigido por Jake Schreier e com Nat Wolff (interpretando Quentin) e Cara Delevingne (interpretando Margo).


Nat Wolff é o mesmo ator que interpretou Isaac em A Culpa é das Estrelas, mas esse é o único ponto em comum entre as duas obras.


Sinopse: Cidades de Papel - Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.

"Cidades de Papel" é um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.

Não tem como não sentir uma saudade imensa da adolescência lendo esse livro. Todas as esquisitices e palhaçadas que vivemos nessa fase, vista de uma forma nostálgica, faz com que nossos corações deem pequenos saltinhos em cada situação narrada por Quentin.

É um livro leve e delicado, mesmo se tratando de um mistério adolescente.

"Meu coração está acelerado — falei.
— É assim que a gente sabe que está se divertindo —"

Com essa literatura, nos damos conta da dimensão dos estragos que o mundo atual anda deixando em cada um de nós. Percebemos que projetamos nos outros tantas expectativas, que deixamos de enxergar quem cada um é de verdade. Estamos a todo tempo querendo que nossos amigos sigam nossos conselhos, ou que sejam tão incríveis como os imaginamos. E quando percebemos o quanto eles são reais, e tão parecidos conosco, não aceitamos a realidade, nos frustramos.

Você sabia que na maior parte de toda a história da humanidade a expectativa média de vida foi inferior a trinta anos? Você podia contar com mais ou menos uns dez anos de vida adulta, certo? Não havia planos de aposentadoria. Não havia planos de carreira. Não havia planos. Não havia tempo para planejar. Não havia tempo para o futuro. Mas aí a expectativa de vida começou a aumentar, e as pessoas começaram a ter mais e mais futuro e a passar mais tempo pensando nele. No futuro. E agora a vida se tornou o futuro. Todos os momentos da vida são vividos no futuro: você frequenta a escola para entrar na faculdade para arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal e mandar os filhos para a faculdade para que eles consigam arrumar um bom emprego para comprar uma casa legal para mandar os filhos para a faculdade.

E por outro lado, estamos sempre buscando ser pessoas de papel, dobráveis, lindas, e perfeitas perante todos. Mas quando estamos sozinhos, finalmente podemos ser nós mesmos. A maioria das pessoas, insistem em ser quem querem que elas sejam. E na realidade, isso é tão cansativo!

Pessoas de verdade, choram, se irritam, brigam, têm dias ruins, dias que não querem passar maquiagem, períodos que não se importam em engordar, e tudo bem sair com o cabelo feio de vez em quando. Tem dias que a gente só quer ser a gente mesmo. Genuinamente. Tem dias, que a gente não quer ser incrível, e quando percebemos que é impossível não ser notado, preferimos nos isolar.

...daqui não se vê a poeira ou a tinta rachando ou sei lá o quê, mas dá para ver o que este lugar é de verdade. Dá para ver o quanto é falso. Não é nem consistente o suficiente para ser feito de plástico. É uma cidade de papel. Quer dizer, olhe só para ela, Q: olhe para todas aquelas ruas sem saída, aquelas ruas que dão a volta em si mesmas, todas aquelas casas construídas para virem abaixo. Todas aquelas pessoas de papel vivendo suas vidas em casas de papel, queimando o futuro para se manterem aquecidas. Todas as crianças de papel bebendo a cerveja que algum vagabundo comprou para elas na loja de papel da esquina. Todos idiotizados com a obsessão por possuir coisas. Todas as coisas finas e frágeis como papel. E todas as pessoas também.


O livro é cheio de frases de efeito! Tratando da busca de Quentin por Margo que resolve fugir de casa, deixando pistas para que ele a encontre... sqn!

Muito legal o livro... um alimentador de almas!


Como todos os leitores desse livro, fiquei um pouco frustrada com o final. Porém, a leitura é tão deliciosa, tão instigante e leve, que vale a pena cada minuto dedicado. O final, é o de menos.

Aguardo ansiosamente pelo filme.


Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Pit Larah |  Facebook - FanPage - Projeto  |   Todos os posts do autor
Autora do livro "Tribo do Amor", estudante de Pedagogia, dona da fanpage "Da tribo do amor" e idealizadora do projeto "Clube Literário Palavras ao Vento". Valenciana de coração, hiperativa por natureza, viciada em livros e séries, exageradamente intensa, um verdadeiro desajuste!

quinta-feira, 26 de março de 2015

1 filme por semana | 10/53 : Histórias Cruzadas


Este, é daquele tipo de filme em que tenho a impressão que nunca conseguirei expor tudo o que ele merece que seja dito. É o tipo de filme em que é preciso assistir e sentir cada cena. Aquele tipo que arranca lágrimas até mesmo dos menos sensíveis, afinal, não é fácil ter a pior verdade sobre nós, seres humanos, escancarada diante de nossos olhos.

"Histórias Cruzadas" é baseado no livro "A Resposta", de Kathryn Stockett, e retrata a dura vida das empregadas domésticas no estado do Mississipi. Estado esse, onde cidadãos recebiam tratamento extremamente diferenciados, de acordo com sua raça. Onde os negros exerciam atividades direcionadas apenas a servir os brancos.



Um filme com elenco em sua quase totalidade feminino, mostrando as árduas jornadas de trabalho das empregadas negras, que tinham de cuidar de todo o funcionamento da casa e, principalmente, dos filhos de seus patrões. Tal função, exigia muito de cada uma, pois tinham de cuidar, educar, dar carinho, amor e atenção, já que os verdadeiros pais não o faziam.





No entanto, o preconceito presente em Mississipi era tanto, e tão costumeiro, que mesmo as crianças que nasciam cercadas pela dedicação de suas empregadas, cresciam e seguiam o rumo dos pais biológicos: segregando, diferenciando...

O filme acerta mais uma vez, ao trazer personagens praticamente caricatos, pois dá leveza a uma história já tão pesada por si só. Consegue explorar a crueldade do ser humano, envoltos em ignorância, ódio racial e muita alienação!

Com personagens marcantes, nenhum coadjuvante perde aos protagonistas, mas Viola Davis, na pele de Aibllen Clark, transmite no olhar toda dor de uma vida inteira de maus-tratos. E encontra o ponto perfeito diante da personagem de Emma Stone: uma jovem esclarecida, com ideias e ambições distantes das vivenciadas por suas conterrâneas.



Mesmo sendo branca, Skeeter (Stone) vê além de seus olhos, incomoda-se com a comodidade e vai em busca de mudanças. Para começar, surge a ideia de colher depoimentos das empregadas sobre suas vidas e publicá-las em um livro.

Foi dessa forma que nasceu o original "A resposta", e dessa forma que o maravilhoso "Histórias Cruzadas" acontece, através dos relatos sofridos e verdadeiros, destas empregadas cansadas da realidade e ambiente em que estão inseridas.

"Não importa a cor do cabelo, o estilo das roupas, muito menos a cor da pele. Nada disso define caráter."

Um filme questionador, reflexivo, intenso, o qual eu recomendo muito!!!

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Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Resenha | "A Playlist de Hayden" (Michelle Falkoff)




Sinopse: Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente.Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.
A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.


A Editora Novo Conceito nos enviou os oito primeiros capítulos do livro "A playlist de Hayden", de Michelle Falkoff e, de cara, me interessei pela obra.



Primeiro por ser super original e criativa. Falkoff relaciona a história com música de uma maneira extremamente envolvente, que dá um toque muito especial à cada capítulo.

Sam e Hayden eram melhores amigos. Eram, pois Hayden é encontrado morto ao lado de um vidro vazio de comprimidos e uma garrafa de vodka.

Tudo que se tem é uma playlist montada por Hayden e deixada para Sam junto de um bilhete onde se pode ler:

"Para Sam. Ouça. Você vai entender."

A partir daí passamos, então, a conhecer Hayden sob a perspectiva do amigo, assim como sua busca pela superação da perda e compreensão a respeito da seleção de músicas previamente selecionadas por ele.

Amizade, carinho, bullying, superação, mistério e uma playlist sensacional, é o que podemos perceber nesses primeiros capítulos. Fechei a prévia ansiosa pela continuação, muito curiosa, e apaixonada pelo personagem Sam: um nerd, seguro de suas características e com muita personalidade!

O livro é repleto de referências a esse 'mundo', com muita música, filmes e jogos.

O lançamento será dia 06 de abril e já estou na espera!

E vocês, se interessaram? Conta pra gente!

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Sobre o Autor:
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Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

Resenha | Sonhei que amava você (Tammy Luciano)

"Sonhei que amava você" - Autora: Tammy Luciano - Editora: Editora Valentina - Páginas: 296


Sinopse: Ele estava vivo nos meus sonhos. E que sonhos! Mas era pouco. Eu queria ele na minha vida. Uma história cativante e inesquecível, cheia de mistérios e perguntas a serem respondidas. Pode um grande amor existir somente enquanto sonhamos? Kira, aos 22 anos, está apaixonada, vivendo um momento único de amadurecimento pessoal e profissional. Quem é o sedutor garoto que transforma suas noites em poesia e êxtase? Mas, apesar do maravilhoso momento que está vivendo, a garota terá que enfrentar obstáculos e barreiras. Mas sabe que a vida reserva o melhor para o final. Um convite para dar asas à imaginação e aquecer o coração.



Sonhei que amava você é uma delícia de ler. Contagiante, simpático, alegre, sonhador, envolvente, carismático, engraçado, sincero, romântico... poderia ficar aqui falando muitos e muitos outros adjetivos para descrever essa obra. 

É de uma simplicidade, mas também de uma emoção, que te faz não querer parar de ler. É viciante! Você ri, se emociona, torce, quer matar a curiosidade. Esse livro tem de tudo um pouco e é exatamente isso que faz ser tão diferente e acolhedor. 

Kira é uma mulher-menina muito bem sucedida no trabalho, porém não no amor ainda, que encontra literalmente em seus sonhos o grande amor da sua vida. Pode parecer um pouco doido de início, mas é justamente essa a maravilha da história. Quantas vezes sonhamos com pessoas que nunca vimos na vida, mas acordamos com a sensação que queríamos conhecer? Nossa protagonista tem a sorte de realizar o sonho e ser uma realidade linda. Tem as suas dificuldades, claro, mas o que seria das nossas histórias favoritas se não pudéssemos torcer por finais felizes? E torcemos, torcemos de verdade.

O que torna o livro ainda mais maravilhoso é que não torcemos por um casal só. Os personagens secundários também te conquistam e te envolvem a ponto de você fazer de todos especiais. Inclusive, eu clamo a autora que tenha um livro de Lelê e Cadu. Por favor, Tammy!!! Preciso saber mais deles (quem são? Leiam!!! Hahahahaha).

Outro ponto muito legal é a questão de lidar com os sonhos, que para muitos não é nada, entretando, para outros tem muito significado. Ainda é um universo muito diferente, pouco conhecido, pouco falado, em alguns casos até uma espécie de tabu, mas que tem o seu encanto e seus mistérios encantados. 

É um texto que mostra um amor sem uma cena de sexo. Não sou contra livros hot, não sou contra cenas de sexo, afinal, isso faz parte da vida. No entanto, admito, gostei da autora ter mostrado um amor tão verdadeiro e tão honesto sem a necessidade do sexo. Mostrou mais o romantismo e também deixou claro que tudo tem o seu momento dentro de um relacionamento e no amor. Isso também ajudou muito o livro ser para qualquer idade, de fácil acesso e pronto para adentrar muitos corações.

E que trilha sonora! Um livro que tem Coldplay e Pitty tem todo meu respeito. Muito bem escolhidas as músicas. Adorei! E para completar ainda tem poemas de Florbela Espanca. Vou ali surtar! Isso é de um bom gosto e uma sensibilidade, que só torna tudo mais especial.

Por último, quero elogiar o quanto de amizade tem presente no texto. Amizade mesmo. Aquilo que chamamos de amizade de verdade, amizade de uma vida. É bonito ler coisas assim que te fazem se identificar com seus próprios amigos, acreditar que é importante fazer amizades e que é necessário valorizar essas pessoas que estão na sua vida. Eu, por exemplo, amo meus amigos, mas gostaria muito de ter Lelê na minha vida. Sim, virei fã da Leandra!

Tammy, parabéns pelo livro maravilhoso e obrigada por ter dado essas páginas cheias de magia, alegria e verdade. Seu livro é incrível mesmo. Fiquei felicíssima e satisfeitíssima de ter lido algo tão criativo. Tocou de verdade meu coração e minhas emoções. Ansiosa pelos próximos. Só para não perder a oportunidade de novo: dá para fazer um livro da Lelê e do Cadu? Hahahahahaha.

Gente, essa é uma dica valiosa: leiam esse livro. Para qualquer um que goste de um bom livro, 2015 não pode terminar sem que vocês sonhem junto com a Kira.



Sobre o Autor:
Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

terça-feira, 24 de março de 2015

Sons do Brasil #11: RIO GRANDE DO SUL

Estamos de volta, Brasiiil! *_________*

Se hoje é terça, hoje é dia de eu aparecer por aqui! Então, sem mais delongas, vamos pro que interessa! Está no ar...





Como já é de costume, vamos falar um pouco sobre o estado dessa semana antes, pra vocês tentarem adivinhar, fechô?!

O estado dessa semana encontra-se na região sul. (Só com essa dica, cês já descartam 90% dos estados que seriam possíveis! :v HAHAHAHA)

Limitado por Santa Catarina ao norte, Uruguai ao sul e Argentina ao oeste, o escolhido do nosso top 10 de hoje possui uma rica diversidade cultural, como vocês poderão ver mais a frente.

Já sabem de onde estamos falando né? É óbvio que é do...


RIO GRANDE DO SUL!!!

Pra começar, trago pra vocês uma galera que tem uma pegada de pop/rock SEENSACIOONAAAAL, digamos assim sem exagero! kkkkkkk' Estou falando da banda Doubleface! Formada pelos gaúchos Thiago e Diego Massimino, Ariel Porto e Guilherme Machado, a banda procura através da sua música, "relatar as verdades da vida". Ouçam "Vou Fazer Você Voltar"!


Seguindo e trazendo uma vibe super positiva, a banda Filhos de Gaya que já possui 8 anos de carreira, procura mesclar em sua formação jovens e experientes músicos. Com sua música envolvente e ritmo dançante, a banda conta com participações de Mano Changes e Marcelo D2 em algumas de suas canções. Um detalhe que é super bacana: A temática da canção "Se Você Sorrir", que vocês vão ouvir agora, tem por finalidade o incentivo a adoção de animais de estimação e o não abandono deles! :3




O próximo do nosso top 10, é uma banda formada em 2012, que carrega fortes influências da MPB aliada ao que há de melhor na cena de indie nacional. Alpargatos é composta pelos jovens Afonso Antunes, Bruno dos Anjos, Guigo Almeida e Pedro Nectoux, que apesar da pouca idade, trazem uma certa experiência e certeza no que apresentam e no que querem fazer! Com vocês, "Alô"!



Representando o pagode gaúcho, temos toda a ginga e molejo da galera da banda Favela Social! Formada em 2007, os integrantes costumavam se encontrar em diversos redutos do samba e pagode da capital Porto Alegre... Assim que surgiu a banda! Não tinha como ser diferente! Como que tá seu dia hoje? Venham curtir esse "Dia Perfeito" que eu tenho certeza que cê vai se contagiar!



O que você acha que pode dar uma mistura de hip hop, reggae e pop?! "Caminhando Eu Vou", single da  gaúcha Ingrid Zaballa, ou simplesmente Zaballa, traz essa mistura e adianto pra vocês, É ALGO EXTREMAMENTE VICIANTE! Duvida?! Então saca só...



Por hora, temos uma banda que "compromete-se com a proposta de não complicar o simples e preservar a essência do rock 'n' roll dentro de uma mistura de riffs, festas e bom humor"... Essa é a Mr. DOM! Abordando em suas temáticas desde dramas amorosos a altos e baixos da boemia, a banda ainda assim intercala clássicos do rock em seu repertório, como uma afirmação da sua independência. A maior prova disso, está na canção "Sexta-feira", que você pode ouvir agora!



Lembram-se do extinto programa "Fama" da Rede Globo?! Siiim, aquele reality show musical mesmo que foi apresentado pela Angélica... Lembra?! Então com certeza o nome Nalanda é familiar pra você! Dona de um sorriso único, Nalanda, após sua participação do programa, ainda emprestou sua voz para 5 temas de novelas da Globo! Vem recordar essa delícia de voz aqui com a canção "Sombra", que conta ainda com a participação do rapper Rincon Sapiência!




E o sertanejo gaúcho não poderia faltar, não é mesmo?! E o representante escolhido para o nosso top 10 é ele que já fez participação no show de ninguém mais, ninguém menos que os ídolos do atual sertanejo #PeloAmordeDeus, "Jorge & Mateus"! Com sua canção "Se Você Quiser" que integra o álbum "Sintonia" (2014), venham curtir: Gabriel Farias!


Ex-integrante da banda de rock Revel e do quinteto de choro e samba Noesis, Juliano Guerra começou cedo, final dos anos 90, até alçar voos sozinho e seguir em sua carreira solo. Confesso que logo na primeira vez que ouvi "Logo Vem", canção que deixarei aqui pra vocês e que faz parte do novo álbum do cantor, intitulado "Sexta-feira", me tornei um fã assíduo do Juliano! Certeza que vocês também vão se tornar!



Por fim, temos uma banda formada por 3, sim eu disse TRÊS, irmãs cantoras: Taísi, Maitê e Alina! Juntas aos amigos de colégio Guiza Ribeiro, Bilo e Cacá Lazzari, formaram a banda Melody! Com estilo pop, mas também com referências do R&B, Hip Hop e Dance Music, a banda que participou da primeira temporada do programa "Superstar" da Rede Globo, arrancando elogios de Ivete Sangalo e Fábio Jr., lança nos próximos meses seu primeiro álbum! Por enquanto, fiquem com uma prévia do que vem por aii, com a canção "A Mais Pedida"!


É isso galerinha! Gostaram?! Deixem seus comentários, sugestões e críticas nos comentários! Responderei todo mundo! =D

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Ficamos por aqui! Até qualquer hora! o/

Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Vic Lima |  Facebook - Twitter - Soundcloud  |  Todos os posts do autor
Aspirante à aprendiz de músico. Pernambucano, Canceriano e há 21 anos fazendo e falando besteira. Aquele que entrou pela cota de "Copiloto, Sócio e Braço direito da Idealizadora do Blog".

segunda-feira, 23 de março de 2015

BAGAGEM

Acordo cantarolando uma intenção frustrada de “Yesterday”... Programo meu dia distraindo-me com uma xícara de café. A animação é incomum ao horário. 


O vento forte lá fora enrola meu cabelo no fone do celular. Quase atrasada, repasso essas cenas na cabeça e tudo me remete a um comercial qualquer!

A fragilidade do momento me leva ao tempo em que qualquer conselho era guardado, unidos aos pré-julgamentos e opiniões que muitas vezes vinham e dilaceravam...

Hoje, diminuí os saltos, desfiz-me dos pensamentos negativos e abdiquei das dores desnecessárias. 

Não ouço os lamentos alheios, a menos que haja intenção de mudança. 

Urgências não têm mais espaço no dia-a-dia.

Troquei, definitivamente, ‘achismos’ angustiantes por certezas confortantes.

Saudades foram dispensadas. 

Porque, na bagagem de hoje, só carrego o que não pesa!


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domingo, 22 de março de 2015

Resenha | Aventuras de Alice no País das Maravilhas (Lewiss Carrol)



Sinopse: Obra-prima de Lewis Carrol, "Alice no país das maravilhas" há mais de um século encanta crianças e adultos. Instigante, divertida, inusitada, profunda, a saga de Alice é inesgotavelmente interpretada, parodiada, filmada, citada... e, claro, lida.
Essa charmosa edição de bolso contendo os dois clássicos, inédita no mercado brasileiro, traz os textos na íntegra e ilustrações originais de John Teenniel. Imperdível!

Comumente abreviado para "Alice no país das maravilhas", a obra de Lewis Carrol é dada por muitos como uma leitura infantil. O que não deixa de ser, visto que Alice é capaz de atingir a qualquer idade!

A edição de bolso da Editora Zahar, além de super charmosa e com ilustrações originais de John Teenniel, traz também "Através do Espelho, o que Alice encontrou por lá". Estas são as histórias mais conhecidas de Carrol, e também as mais adaptadas em livros e filmes! E, apesar de uma complementar a outra, tornando quase imperceptível a divisão, irei resenhá-las separadamente, como a Edição apresenta.



Em "Aventuras de Alice no país das maravilhas", a protagonista inicia a história entediada, descansando, até que se da conta que um Coelho Branco, de colete e relógio, passou por ela. Ainda sem entender do que se trata, Alice levanta e segue o Coelho, o que a faz cair em um buraco parecendo não ter mais fim! 

Durante a queda, a menina tem tempo o bastante para repensar várias situações de sua vida. Questionando-se se deveria ou não ter ido atrás do Coelho, lembrando-se de sua gata que ficou em casa, repensando e repassando lições que aprendera na escola... Chegando ao fundo, para sua surpresa, ela não sente dor com a batida e, sim, é amortecida por algo.

À partir dali, tudo muda na rotina de Alice. Ela encontra um mundo inteiramente diferente do seu, com seres e situações antes inimagináveis. Vê-se em condições inusitadas e surreais, como crescer e diminuir diversas vezes e em frações de segundos, nadar em uma lagoa de suas próprias lágrimas, conversar com todo tipo de animal...

A personagem passa a sentir-se confusa nessa nova realidade e, por considerar-se muito esperta, essa sensação se agrava ao perceber que está esquecendo conceitos de sua vida real, como: trechos de poesias, cálculos matemáticos e outros. Conceitos tais, que também seriam seu vínculo e apego com sua vida normal. De repente, qualquer solução para os problemas enfrentados por Alice, apenas são possíveis através de mágica, deixando o concreto, e as certezas da menina, cada vez mais distantes.

Alice é uma personagem com a qual eu sempre me identifiquei muito: curiosa, inquieta, do tipo que não se convence com qualquer resposta e não aceita meias palavras. Daquelas que leva tempo refletindo sobre determinado assunto e horas filosofando em cima de uma única palavra ou cena, que seja. Além disso, é questionadora, confiante e segura do que sabe, sentindo-se perdida ao ter de enfrentar situações que fogem à sua compreensão.

"Aventuras de Alice..." é uma leitura que requer pesquisa, imaginação e, principalmente, entrega, para que seja significativa. São muitas referências à poemas ingleses do século XIX, sátiras à pessoas do círculo pessoal de Lewis e personagens incríveis que, unidos, tornam a leitura 'deliciosamente nonsense'. 

No entanto, por mais nonsense que seja, é possível absorver grandes ensinamentos do que se lê. 
Temos o Gato de Cheshire, sempre com um sorriso no rosto, que some e desaparece aos poucos. Que estabelece um diálogo significativo com Alice, levando, tanto a protagonista à reflexão, como nós, leitores. 

" - Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para ir embora daqui?
- Depende bastante de para onde quer ir, respondeu o Gato.
- Não me importa muito para onde, disse Alice.
- Então não importa que caminho tome, disse o Gato. " - pág. 76 e 77.



A fala do Gato é atemporal e encaixa-se em diferentes contextos!

Assim como a conversa com a Lagarta azul. Personagem intrigante e que foge ao politicamente correto, sempre fumando seu narguilé. Visivelmente sonolenta, custa a dar atenção à Alice e, quando o faz, nos contempla com mais um momento enriquecedor:

" - Quem é você? - perguntou a Lagarta.
- Eu... eu mal sei, Sir, neste exato momento... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então." - pág.35



O tempo no "País das Maravilhas" não corresponde ao normal. Isso é representado através do Coelho Branco, sempre apressado, e do querido Chapeleiro, preso eternamente ao horário do chá!

Entre tantos, dois pontos se destacam entre os que mais me encantam nessa obra. Um, é o fato de Alice fugir totalmente ao padrão infantil da época em que o livro foi escrito. Época em que as crianças eram tratadas como "mini-adultos". Cercados de regras impostas, rígidas e que levavam à uma vida longe de tudo que fosse lúdico e comuns à infância que conhecemos.

Contrariando todos esses fatos, Alice vai atrás da aventura, do desconhecido, do que lhe aguça a curiosidade. Segue o Coelho branco sem pensar muito e vive cada segundo na nova realidade que encontra. 

O segundo ponto é por Alice, em dado momento, enfrentar a Rainha de Copas - figura irritada que costuma resolver seus problemas mandando "cortar a cabeça" de quem lhe incomoda ou atravessa seu caminho. Ordem que nunca se conclui de fato. Ao enfrentá-la, é possível traçarmos um paralelo com a realidade, e entendermos como uma maneira da personagem se colocar contra o Sistema. E assim, temos mais uma vez a coragem da protagonista reafirmada diante de nós.



É possível ler Alice e apenas se divertir? Sim. Mas se você permite-se ir além do que se lê, entrando com os dois pés e toda sua imaginação na história, é possível absorver ensinamentos e conhecer personagens que nunca mais irá querer abandonar!
Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Eliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

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