quinta-feira, 9 de abril de 2015

1 filme por semana | 12/53: A Teoria de Tudo


Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

Esse filme me chamou atenção desde que soube da situação que envolvia a trama. Depois que o ator Eddie Redmayne ganhou o Oscar, passou a ser uma necessidade. E valeu muito a pena. Sei que não devemos já começar a resenha "entregando o ouro", mas esse filme não tem como. É muito bom. Com uma história real bastante emocionante e que faz a gente criar coragem para o mundo, não os desgrudamos um minuto da tela para ver o que o futuro reserva para o brilhante, mas até então limitado protagonista.

Stephen é um garoto inteligentíssimo e com muito do seu brilhantismo para agregar ao mundo, mas uma doença degenerativa pode vir para atrapalhar seus planos, inclusive amorosos, já que se apaixonou por Jane perdidamente. O que não contava é com a força da amada em querer enfrentar o mundo com ele e por ele, até mesmo querendo ter um casamento de 2 anos, já que é a estimativa de vida de Stephen. E vivem esse amor, construindo uma família e uma linda história. Diria até uma verdadeira história de amor, bem humana mesmo, bem do tipo que só pode ter sido vivida por duas pessoas reais.



O astrofísico, no entanto, vive muito mais do que esses 2 anos e mesmo com muitas limitações, abrilhanta o mundo das descobertas com muita genialidade, carisma e profissionalismo. E é algo incrível e encorajador ver que ele só piora fisicamente, mas seu coração é tão cheio de esperança, que não deixa por um minuto de usar a sua mente e a sua inteligência a favor de coisas boas para ele e para o mundo.



Como nem tudo é "mar de rosas", o casamento passa por muitas transformações também e teve horas que tive vontade de esganar a Jane. Mas, ao decorrer do filme e principalmente no final é possível perceber que tudo que aconteceu foi de forma natural, tão natural que o próprio Stephen, com seu coração puro, entende e aceita.

Sai do cinema emocionadíssima e querendo ser só uma pessoa um pouquinho melhor. Eu não tenho nenhuma doença, nenhuma limitação, nada que me impeça de me doar mais para um mundo melhor, E é exatamente essa a maior lição do filme: a gente sempre pode tudo se realmente quisermos realizar. Filme muito mais que recomendado, é uma exigência para aqueles que amam verdades.


Sobre o Autor:
Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

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3 comentários:

  1. Ai Nat, não sei se é pq eu to sensível e com uma DPL braba por ter terminado os livros da Colleen, mas eu acabei de molhar os olhinhos lendo esse teu post. Acabei não indo no cinema, mas não vejo a hora de assistir esse filme, deve ser lindo demais, tenho certeza de que vou chorar horrores, pois só o trailer já emociona. <3

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    Respostas
    1. Oi Bianca! obrigada pela visita, volte sempre!!!
      Resenha emocionante, ne? Também sou dessas que chora e se emociona em filmes! Conta pra gente depois se assistir, ok?
      beijinhooos

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    2. Bia, é um filme que fala de vida, só por esse motivo já emociona, já conquista. Merece ser visto e aplaudido de pé. Recomendo de verdade!!! Beijos. Depois quero saber o que achou.

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