segunda-feira, 13 de abril de 2015

Simplesmente...

Não correspondo aos seus ideais, não venho com rótulo, tampouco manual. E, nem tente: não caibo em sua caixa de condutas perfeitas!

Despi-me, há tempos, dos estereótipos da sociedade. E, preocupações com opiniões alheias já não me servem mais.

Quando choro, soluço. Quando rio, gargalho.

Desse jeito, pois meio termos não são meu forte...

Ainda fazendo de meus sorrisos, escudos... Aceno aos desafetos, driblo impasses, dispenso dramas.

Venho tentando diariamente a tal da tolerância. Quanto às paranoias, me falta prática, confesso!

Falho a cada tentativa de ocultar ciúmes. Não sei lidar com perdas. E saudade me dói fisicamente.

Quando tenho dores, escrevo amores. Leio amores pra afastar os desenganos...
Faço graças pra acobertar lágrimas! Quando a tristeza insiste, espanto.

E nesse Universo de incertezas e paradoxos, eu não sou o que você sonhou, mas sigo sendo o que você precisa!



Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Eliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

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