terça-feira, 30 de junho de 2015

Caixinha do Correio #2

Olá, tudo bem com vocês? 
A cada três meses, nós fazemos por aqui a "Caixinha do Correio", aonde mostramos os livros adquiridos por nós no trimestre. Chegou a vez de mostrar os livros de "Abril, Maio e Junho". Vem!!!

Caixinha da Eliza



- As Brumas de Avalon, o Gamo-Rei - Marion Zimmer Bradley - Editora Imago
- A cidade das sombras dançantes - Pedro Veludo, Editora Quatro Cantos
- Por que eu? - Sinélia Peixoto, Editora Chiado
- Crepúsculo, vol 1, HQ - Stephanie Meyer, Arte de Young Kim - Editora Intrínseca
- Um cético no caminho - Fábio Assumpção - Editora Ponto Vital
- Dama de Ouros - Jô Coelho - editora Interagir
 Do fundo do coração: Jô Coelho, editora Interagir
- Mexendo no Baú - Jô Coelho - Independente
- Mais que 30 dias com Camila - Silvia Fernanda - Editora Modo
- A inaceitável arte de ser um capacho - Silvia Fernanda - Editora Modo
- Quatro - Veronica Roth, Editora Rocco
- Convergente - Veronica Roth, Editora Rocco
- Insurgente - Veronica Roth, Editora Rocco
- Divergente - Veronica Roth, Editora Rocco
- Fake - Felipe Barenco - Editora UMÔ
- A Playlist de Hayden - Michelle Falkof, Editora Novo Conceito
- Will e Will - David Levithan e John Green, Galera Record
- Dois garotos se beijando - David Levithan, Galera Record
- Garoto encontra garoto - David Levithan, Galera Record
- O jogo das Perguntas - Gregory Stock - Editora Sextante
- Imortal - Anderson Santos - Editora 21
- Alice no país das maravilhas, Mangá - Arte de Jun Albe - Editora Abril
- Aventuras de Alice no país das maravilhas - Lewis Carrol - Editora Martin Claret
- Através do espelho e o que Alice encontrou por lá - Lewis Carrol - Editora Martin Claret
Aventuras de Alice no país das maravilhas e Através do espelho e o que Alice encontrou por lá - Lewis Carrol - Editora Martin Claret
- 10 anos com Mafalda - Quino - Editora wmf Martins Fontes
- O Jardim Secreto - Johanna Basford - Editora Sextante


Caixinha da Natalia




Internacionais comprados:


- The Little Prince: Antoine Saint - Exupéry, editora collector's Library in Colou; 
- Happenstance 1, Happenstance 2 e Happenstance 3: Jamie McGuire ; 
- Red Hill: Jamie McGuire, editora Atria Books 
- Providence, Requiem e Eden: Jamie McGuire ; 
- Beautiful Oblivion: Jamie McGuire, editora Atria Books; 
- Beautiful Redemption: Jamie McGuire, editora Atria Books. 



Nacionais e Traduzidos:


- O Mágico de Oz: L. Frank Baum, editora Zahar; 
- Aventuras de Alice no País das maravilhas e Através do Espelho e o que ela encontrou por lá: Lewis Carroll, editora Zahar; 
- Peter Pan: J.M. Barrie, editora Zahar; 
- Os três mosquiteiros: Alexandre Dumas, editora Zahar;
- A Escolhida: Lois Lowry, editora Arqueiro;
 - Série Divergente: Veronica Roth, editora Rocco; 
- Helena e O Alienista: Machado de Assis, editora Três; 
- O Menino da Lista de Schindler: Leon Leyson, Marilyn J. Harran e Elisabeth B. Leyson, editora Rocco; 
- Fique onde está e então corra: John Boyne, editora Seguinte; 
- Contos de fadas ilustrados: Irmãos Grimm, Christian Andersen, Gabrielle de Villeneuve, Charles Perrault, editora Usborne; 
- Persuasão: Jane Austen, editora Martin Claret; 
- Loucamente Sua: Rachel Gibson, editora Jardim dos livros; 
- Maluca por você: Rachel Gibson, editora Jardim dos livros; 
Sr. Daniels: Brittainy C Cherry, editora Record; 
- Sem esperança: Colleen Hoover, editora Galera;
 - A menina que roubava livros: Markus Zusak, editora Intrínseca; 
- O Aleph: Jorge Luis Borges, editora Globo; 
- Red Hill : Jamie McGuire, editora Verus; 
- Claro que eu te amo! : Tammy Luciano, editora Novo Conceito; 
- Uma fada veio me visitar: Thalita Rebouças, editora Rocco; 
- Ponte de Cristal: Thati Machado, editora Laço editorial; 
- Com outros Olhos: Thati Machado, editora Garcia edizioni;
- Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito, Persuasão : Jane Austen, editora Martin Claret; 
- Alice no País das maravilhas (edição em HQ): Lewis Carroll, editora Dynanite; 
- Hora da História (princesas): editora Girassol;
 - O Pequeno livro de colorir do Príncipe: editora Universo dos livros; 
- O homem da máscara de ferro (edição em HQ): Alexandre Dumas, editora Companhia Editorial Nacional; 
- Enrolados vivendo um sonho: editora melhoramentos; 
- Emília no País da Gramática: Monteiro Lobato, editora Globinho; 
- Aritmética da Emília: Monteiro Lobato, editora Globinho; 
- Duas verdades e uma vida: Jô Coelho, editora Publ!t;
- Do fundo do coração: Jô Coelho, editora Interagir

Ganhados:

- Um Pai de Cinema: Antonio Ikármeta, editora Record; 
- Senhora: José de Alencar, editora Abril; 
- Gelo Negro : Becca Fitzpatrick, editora Intrínseca; 

- Vinte Luas: Leyla Perrone Moisés, editora Companhia das Letras; 
- O mundo de Vidro: Maurício Gomyde, editora Porto 71;
 - Para Sempre Uma Lembrança: DS Neves, editora Sollo; 
- Amor e Ordem : o despertar: Daniele Fleur, editora Deuses; 
 - Cartas do Pequeno Príncipe: Antoine Saint - Exupéry, editora Itatiaia Limitada; 
- Mexendo no Baú: Jô Coelho 


Caixinha da Pit


Comprados

- Fahrenheit 451 - Ray Bardbury, Globo de Bolso
- Assim falou a Zaratustra - Friedrich Nietzsche, Martin Claret
- Psicogênese da Língua Escrita - Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, Artmed
- Do Fundo do Coração - Jô Coelho, Interagir

Ganhados

- O Mágico de Oz - L. Frank Baum, Zahar
- 7 tipos de inteligência - Thomas Armstrong, Record
- Um ano bom - Ana Faria, Ases da Literatura
- Jardim Secreto (Livro de Colorir) - Johana Basford, Sextante
- Wlademir Dias-Pino - Wlademir Dias-Pino, Oi Futuro
- Projetos Pedagógicos: Cenas de Salas de Aula - Maria Isabel Dalla Zen, Editora Mediação
- O Desafio de Educar - Revista Sinpro-Rio
- A Nausea - J.P Satre, Nova Fronteira
- Demian - Hermann Hesse, Record
- Este lado da Vida - Hermann Hesse, Civilização Brasileira
- Sonhando a Palestina - Randa Ghazy, Record
- Se vivêssemos em um lugar normal - Juan Pablo Villalobos, Companhia das Letras
- Festa no Covil - Juan Pablo Villalobos, Companhia das Letras
- A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón, Suma de Letras
- Clarice: Uma vida que se conta - Nádia Battella Gotlib, Ática.

Parceria

- Sombras do Medo - Camila Pelegrini, Garcia.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

FRAGMENTE-SE

Fragmentar exige cautela, e essa não me transborda aos ouvidos!
Falta-me, eu confesso!
Mas de tanto fragmentar-me, venho criando experiência...E gosto!
Com o tempo aprendi que o todo não é necessariamente a soma das partes, ou quase isso... E hoje entendo que todos os meus pedaços são o melhor de mim, e meu todo, pode não ser tão bom assim!
Alguns pedaços estão perdidos por aí... E quando eu encontrar, talvez não seja mais o que era quando o deixei ou, quem sabe, não lhe caiba mais em mim.
Tenho aprendido que é necessário me repartir em mil e permitir q outrem tire algum proveito.
O que nem sempre é favorável, mas todo risco é sempre válido!
Dizem tanta coisa sobre "constante construção", e eu não encontro melhor verbo para tal, que não: Fragmentar-se!
E ainda, um pedacinho de mim que não me serve mais, talvez caiba exatamente no mosaico de alguém, e adiante seu trabalho, e vice-versa, e versa-vice...
Um fragmento me permite ideias, perguntas, dúvidas, crescimento, amadurecimento, vivências... etc e tal...


Fragmente-se!





Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

domingo, 28 de junho de 2015

Resultado do Sorteio

Oláááá, tudo bem com vocês? Como estão indo de final de semana?

Hoje temos novidades!!! O resultado do sorteio que uniu os Blogs Aquela EpifaniaDoces Resenhas e Três Leitoras!

Três Blogs, três ganhadores, e muitos mimos pra vocês!!!

Obrigada pela participação de cada um de vocês, parabéns aos 3 contemplados e, aos demais, não deixem de tentar na próxima, ok?

Então, sem mais delongas, eis o resultado!


Parabéns Suellen Lima, Elaine Ramos e Fernanda Pereira de Souza!

Estaremos entrando em contato a partir do e-mail que vocês cederam no formulário!

Até mais, galerinha! o/

quinta-feira, 25 de junho de 2015

1 filme por semana | 20/54 : (The Normal Heart)




Sinopse: 1981. Uma doença misteriosa se alastra pelos Estados Unidos, com alto grau de mortalidade: cerca de 50% dos infectados acabam falecendo. Como a imensa maioria é homossexual, ela logo é apelidada de "câncer gay" e, por preconceito, não recebe a devida atenção do governo norte-americano. Decidido a fazer com que as pessoas tomem conhecido sobre a epidemia causada pela AIDS, o escritor Ned Weeks (Mark Ruffalo) decide ir aos diversos veículos de comunicação para falar sobre o tema. Entretanto, a raiva contida em suas declarações assustam até mesmo seus colegas na organização não-governamental que presta auxílio aos infectados. Ao seu lado, Ned conta apenas com o apoio da médica Emma Brokner (Julia Roberts), que também está alarmada com a gravidade da situação.


A ideia era um filme que pudesse me fazer chorar. Bom, esse filme cumpriu o papel com louvor. Que filme é esse? Sensacional e intenso o define muito bem. Já entrou na minha lista de filmes favoritos, muito amor envolvido, vejo 100 milhões de vezes.

É um filme que fala de temáticas muito fortes: a AIDS e a homossexualidade. Acho que quem não pegou o início do surto da doença não tinha noção de como realmente transformou o mundo. Eu não tinha e me comovi de verdade ao ver como, se hoje essa doença faz o estrago que faz, naquela época foi muito, muito pior. A AIDS era devastadora, deixava marcas, matava em pouquíssimo tempo, gerava preconceito, dor e o pior é que muitas pessoas não ligavam para isso. Por que não? Simples: era considerada uma doença de homossexuais.

Como eles próprios acreditaram durante um tempo nisso, lutaram muito para que pesquisas fossem feitas, para que uma atitude fosse tomada, para que as pessoas os enxergassem e não os deixassem morrer. E mesmo depois de se ter conhecimento que heterossexuais também poderiam pegar AIDS, suas lutas continuaram firmes e fortes.

Essas pessoas que lutaram são representadas por essa organização não-governamental, que buscam auxiliar, ajudar, esclarecer e ter incentivos para que algo seja feito: uma pesquisa, remédios, ajuda psicológica, liberação de verba para cuidar desses doentes, algo que possa vir a salvar a vida de milhares de pessoas. Dentre eles há um que é mais explosivo, por assim, dizer. Ned não tem "papas na língua" e fala exatamente o que pensa, o que quer e o que as pessoas precisam ver. Só que isso causa problemas. O cara é do tipo sincero demais, cheio de ideais e vontade de lutar e isso acaba assustando e fazendo com que a ONG tenha inimigos.

Em minha opinião, o Ned é um cara um pouco agressivo sim, mas era uma agressividade que o contexto pedia. Nada estava sendo feito e nada teria sido feito por muito mais tempo se esses homossexuais não lutassem por suas vidas. Então, para mim, apesar da fala alta e rude, ele foi papel importantíssimo para que o governo americano abrisse os olhos, sendo, na verdade, até um pouco injustiçado, já que esteve sempre de corpo e alma nesse ideal.

Obviamente que no meio dessa luta, Ned conhece o grande amor da sua vida, Felix, que acredita realmente que o namorado pode ajudar e muito nessa causa e o apóia constantemente para que a AIDS deixe de ser um grande símbolo de perda e desconforto. Tem uma cena lida de sexo entre eles, que deve ser vista sem pudores. Mas, como nem tudo são flores, Felix aparece com a doença e Ned passa a ter um motivo a mais para que algo mude e a doença passa a ser pesquisada. 

Sinceramente, é um dor enorme ver Felix passar por todos os estágios da doença. Pior é ver como era mil vezes pior do que é hoje. Pior ainda era ver que realmente nada estava sendo feito por puro preconceito. Felix e Ned entraram para minha listinha de casais maios lindos e incríveis. A gente torcia muito por eles e confesso que rezei o filme todo para que ele se curasse e eles vivessem felizes para sempre.



Inclusive, quero aproveitar para dizer que Matt Bomer estava simplesmente fenomenal nesse livro. Que ele tem muito talento, estou cansada de saber, mas tive receio sim que por ser homossexual assumido, no seu primeiro papel como gay (até onde sei foi o primeiro, mas não posso afirmar com certeza) deixasse a desejar. E o que ele fez? Arrasou! Mostrou que é verdadeiramente um excelente ator, pronto e maduro para qualquer papel. Mereceu todos os prêmios que ganhou pelo papel e merecia até is que não ganhou. Muito amor por Felix!!!

Também queria deixar registrado que sou muito fã não só do ator Matt Bomer, mas da pessoa Matt Bomer. O quanto ele é corajoso, caridoso, extremamente família, educado, simpático e humano. Se hoje eu respeito e admiro muito mais os homossexuais, devo muito a ele por isso, pois mostrou como família não tem padrão, ela tem que ser feliz, que a gente tem sempre que ajudar o próximo, que glamour na vida artística não é tudo e que respeito com os outros é obrigação. Se todos no mundo fossem metade do que Matt Bomer é, realmente o mundo seria muito melhor.



Outras três representações eu queria elogiar:


A primeira é do Mark Ruffalo, incrível, cada trabalho novo dele é uma aula de interpretação. Nesse filme não foi diferente. O Ned é de uma intensidade, que só faz a gente perceber o quanto realmente Mark é um grande e completo ator. A segunda representação é do Jim Parsons. Não estava acostumada a vê-lo fora do universo "Bazinga" e foi muito bem-vindo tê-lo num papel tão diferente, tão simples, mas tão forte também. Virei ainda mais fã! E por último, elogio, reverencio, me ajoelho para a interpretação inigualável de Julia Roberts. Para quem está acostumada a ver a Julia lindona e sexy, não tem noção do quanto ela domina muito bem um papel completamente diferente. Essa mulher tinha que ter ganhado todos os prêmios possíveis pela Dra. Emma Brookner. Realmente sensacional. Vale a pena só pela atuação brilhante dela, mas posso garantir que o todo junto é indispensável.




Terminei o filme emocionada, reflexiva, pensativa, agradecida a Deus por tudo que tenho, acho que mais consciente sobre a doença e o quanto devemos lutar contra o preconceito. Estou até agora nessa história linda, sincera e verdadeira. Vocês PRECISAM ver! É uma grande lição!





Sobre o Autor:

Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Crítica | Magic Mike


Sinopse: Mike (Channing Tatum) é um experiente stripper, que está ensinando a um jovem a arte de seduzir as mulheres em um palco, de forma a conseguir delas o máximo possível de benefícios. Ao mesmo tempo em que ele passa seus conhecimentos para Adam (Alex Pettyfer), começa a se interessar pela a irmã dele, Brooke (Cody Horn). Com o tempo, Adam vai se mostrando cada vez mais confiante e deixa o dinheiro fácil subir na cabeça. Começa a lidar com drogas e a ignorar as pessoas próximas, mas ainda assim contará com a apoio de Mike e Brooke. Dirigido por Steven Soderbergh (Traffic), o longa conta ainda com Matthew McConaughey, Joe Manganiello, Matt Bomer e Olivia Munn no elenco.



Não nego: fui ao cinema para ver Matt Bomer e Channing Tatum. Não é todo dia que esses maravilhosos estão com os corpinhos a mostra e dançando para nos enlouquecer, mesmo que seja nas telonas.


A verdade (verdade mesmo) é que o enredo é muito fraco. Tem gente que vai até dizer que a história é boba. E por um lado é mesmo. Mas, mesmo assim, para quem quer ver homens sarados (alguns bonitos), dançar e arrancar as roupas vale muito. E estou falando isso sem falso moralismo, sem tabu desnecessário, sem preconceitos tolos. 

Mike é um cara bonito, que sabe dançar, se exibir, que sabe principalmente como conquistar, arrancando suspiros e gritos histéricos da mulherada, como um bom stripper. Um dia, em um dos seus empregos diurnos, conhece Adam, um menino que acabou de chegar à cidade para morar com a irmã mais velha, Brooke e tentar encontrar um rumo na vida. Por encontrar sem querer Mike na noite, acaba sendo levado para a boate onde acontecem as apresentações de stripper e "perde" a sua virgindade para as meninas se despindo e mostrando grande potencial. Inclusive, a cena dele fazendo sua estreia ao som de "Like A Virgin" da Madonna é uma das cenas mais engraçadas do filme.

Não demora muito para que a amizade deles se fortaleça e Mike passa a ser uma espécie de "irmão mais velho" de Adam, conhecendo sua irmã e ficando interessada nela. De início não parece, mas não demora muito para que o interesse dela também seja evidente. Mike incentiva, cuida, protege, ensina tudo que pode a Adam para que ele possa começar seu "pé de meia", assim como ele fez.

A boate é comandada por Dallas, um cara que gosta de dinheiro, glamour e curtir a vida. Este gosta muito de ter Adam em seu time. Em minha opinião, por achar que é um menino fácil de domar e bonito o suficiente para lhe render uma boa grana. Seu sonho é expandir seu negócio, levando os strippers para outro estado, numa boate maior e que trará ainda mais dinheiro. Mas, não é bem esse o sonho de Mike. Ele quer mesmo é ter seu próprio negócio de móveis customizados e sair dessa vida de danças, rebolados e conquistas.

Essa dinâmica, para mim, é o primeiro ponto alto da história (no meu modo de ver são dois pontos altos). A questão do cara que tem essa profissão por querer ter mesmo dinheiro "fácil" x o cara que está nessa profissão para juntar dinheiro para fazer aquilo que realmente gosta. Não estou aqui para julgar nenhum dos dois, de maneira nenhuma. Só percebi que para uma história que parece tão fútil, ter esse contraponto mostra que algumas lições tentaram serem passadas. E quem viu o filme, sabe que Dallas era um cara que sabia que seu maior sucesso era Mike e no fim das contas, tinha medo de perdê-lo, assim o dinheiro junto. 

O segundo ponto alto da história é a questão de Adam se adaptar muito fácil ao novo emprego por receber dinheiro fácil. Ele é muito novo e gosta de não ter que se preocupar em trabalhar horas e horas por dia. Ele fica tão "ambicioso", que sua irmã perde a paciência, se mete em encrenca e só é salvo porque Mike acaba abrindo mão de realizar o seu sonho para livrar a cara do amigo.

De resto, vejam para gritar e se distrair com esses homens incrivelmente bons! Não esperem um final radiante, mas também não esperem um final horrível. É um final coerente. E sim, tudo leva a crer que Mike e Brooke viram casal.

Não é um filme cheio de ação, drama, loucura, interpretações dignas de Oscar e nem Enredo enriquecido de efeitos especiais e muita emoção. Mas é um filme ótimo para sorrir, curtir uma tarde ou noite com as amigas e ocupar a cabeça com coisa boa.

Estou na expectativa pelo segundo filme que será lançado mês que vem. Assim que assistir, irei fazer resenha aqui no Blog. Vamos aguardar!


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Sobre o Autor:

Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Sons do Brasil #16: Pará

Salve, salve galerinha! Tudo bem com vocês?!

Na coluna musical dessa semana, temos a volta de mais um episódio do nosso já conhecido quadro...



Bem, desembarcamos dessa vez na região norte do país. O nosso estado tem a segunda maior área dentre todas as unidades federativas, no que se trata a questão território. Seus limites são com o estado do Amapá ao norte, Roraima a noroeste, Amazonas a oeste, Mato Grosso ao sul, Tocantins a sudeste, Maranhão ao leste; além do Suriname e da Guiana ao extremo norte.

Sabe de quem estamos falando?!

Pois bem! O estado dessa semana é o...

PARÁ!!!

Quando nos referimos à música, podemos ter certeza de que o Pará tem um destaque expressivo... Justamente pela diversidade de estilos, ritmos e pegadas que a música paraense possui!

Dentre os estilos mais conhecidos na região, podemos destacar o Carimbó, o Brega e o Tecnobrega, a Guitarrada, o Lundu, o Siriá, e a Lambada! Porém, como sempre, aqui no Sons veremos de tudo, e mostraremos o quão rica é a música do Pará!

Pra início, trago para vocês um destaque do sertanejo universitário da região! O estilo que está em alta em todo o país, aqui no caso ganha um tempero especial: São poucas as mulheres que sozinhas representam-no. Dá pra contar nos dedos, acredito eu! Com o seu mais novo hit, lançado no início deste ano, chamado “7 dias, 7 noites”, Helena Reis!



Já que estamos numa pegada sertaneja e temos por ali o country como sua principal influência, vamos então para uma pegada mais folk/country! Apenas acompanhado do seu violão, Elder Effe consegue imprimir o que há de melhor numa temática sensacional! Ouça “As crônicas do bandido”!



E que tal curtir uma pegada indie/rock agora?! Para representar, e muito bem por sinal, trago a galera da banda Fragor! A canção “De Olhos Fechados” além de seguir o estilo que a banda se propõe, também traz características de post-punk muito fortes! Cês precisam ouviir!



Por hora, trago um som mais cadenciado e com uma poesia sensacional! “Luz d’aurora”, canção de autoria de Alexandra Senna, é interpretada pela própria num feat com o artista do norte, Célio Cruz! A canção faz parte do álbum “Quinta Cultural Comemora os 60 Anos do Banco da Amazônia”, e reuniu diversos artistas regionais em seu ‘plantel’, o que acabou trazendo mais característica peculiar para ele!



Como representante mais regional e com uma fidelidade maior ao Carimbó, e ao Retumbão e ao Mazurca (estilos que não citei lá na introdução), trago para vocês o som da banda Árvore Ar! Numa homenagem ao São Benedito, padroeiro da Marujada de Bragança, eles cantam “Lembrança de Bragança”!



“E quanto ao rock, Vic?! Não tem nenhum representante não?!” Óbvio que tem, pessoal! E para representar, e à altura por sinal, trago a banda Destruidores de Tóquio, com a canção “Querendo Meu Mal”, que faz parte do álbum “O Avesso e o avesso” (2011). Com pitadas psicodélicas em seu vídeo clipe, tenho certeza que quem é adepto do estilo vai curtir muitoo!



E numa pegada mais alternativa, por hora trago o som da galera da banda 16 bits! “Esculhambação”, single que escolhi deles, faz parte do álbum homônimo (2011). Para aqueles que não sabem o que significa o termo esculhambação, por ser um termo mais regional, não se preocupem... Eu e o tio Aurélio traduzimos para você: “Esculhambação = Bagunça”! kkkkkkkk’ Vem curtiir essa música sensacional!



E para aqueles que são “preconceituosos” e acham que o heavy metal é só ‘esculhambação’ (sim, não resisti e fiz referência a apresentação anterior!), vocês estão muito enganados! Como prova disso, trago para vocês o som de uma banda já conhecida no meio musical, por ter passagens pelo programa Altas Horas e pelo Estúdio Showlivre: Madame Saatan! Digam-me se estou errado após ouvirem “Moira”!



E encerrando nosso post de hoje, trago o sucesso estrondoso de décadas atrás: “Chorando Se Foi”! A banda Kaoma que fez um enorme sucesso junto com diversos nomes como Beto Barbosa na época de ouro da lambada, não poderia faltar aqui não é mesmo?! Então afasta a cadeira aii, e pode começar a se balançar, porque “CHOOOOOOORANDO SE FOI, QUEM UM DIA SÓ TE FEZ CHORAR”(8)



É isso, meu povoo! Ficamos por aquii!

Até semana que vem, com mais um Sons do Brasil! o/

Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Vic Lima |  Facebook - Twitter - Soundcloud  |  Todos os posts do autor
Aspirante à aprendiz de músico. Pernambucano, Canceriano e há 21 anos fazendo e falando besteira. Aquele que entrou pela cota de "Copiloto, Sócio e Braço direito da Idealizadora do Blog".

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Resenha | Noites Brancas (Fiódor Dostoiésvski)


"Noites Brancas" - Autor: Fiódor Dostoiésvski- Editora: 34 - Páginas: 96

Sinopse: Numa iluminada noite de primavera, à beira do rio Fontanka, um jovem sonhador se depara com uma linda mulher, que chora. São Petersburgo está mergulhada em mais uma de suas noites brancas, fenômeno que as faz parecerem tão claras quanto os dias e que confere à cidade a atmosfera onírica ideal para o encontro entre essas duas almas perdidas. Em apenas quatro noites, o tímido rapaz e a misteriosa Nástienhka passam a se conhecer como velhos amigos, mas algo vem atrapalhar o desenrolar romântico deste fugaz encontro. Publicada em 1848, esta história faz parte do ciclo de obras que Dostoiévski (1821-1881) criou após amargar uma forte desilusão amorosa e é a última escrita antes da prisão e do período de exílio na Sibéria.

Resolvi conhecer a literatura de Dostoiévski que, vergonha, ainda não havia lido nada. Por medo de iniciar por um dos mais renomados, como Crime e Castigo, por exemplo, e depois frustrar-me com possíveis leituras 'menores', iniciei por uma novela que já se encontrava em minha estante: Noites Brancas.

A edição que eu tenho, ganhei em uma palestra de Educação a que assisti há um tempo e faz parte da coleção de livros cedidos pelo Ministério da Educação para as Escolas e Instituições Educacionais em geral. A tradução é do Nivaldo Santos e, pelo que consta, é a primeira versão traduzida diretamente do Russo, logo, considerada uma das mais fiéis ao original.

Mesmo não falando nenhum outro idioma, nem mesmo inglês, tradução é algo que me incomoda muito. Eu penso que um bom tradutor é aquele que não é sequer notado durante a leitura. Aquele que consegue encarnar de fato do autor original e nos transpor sua escrita com o máximo de precisão possível. Quando, mesmo sem ler o original, por conhecimento prévio da escrita do autor, notamos que alguma tradução foge muito ao que deveria propor, algo errado há. Traduções que tiram a essência do autor, com o intuito de "facilitar" a leitura, não deveriam nem ser levadas a sério. Não nos subestimem, tradutores. Façam seu trabalho da melhor maneira possível e deixem que nós decidimos se alcançamos a leitura ou não! Please!

Enfim... Como tinha o interesse de adentrar na Literatura russa através de Dostoiésvski, tomei o cuidado de começar com uma tradução bem recomendada, mas mesmo assim, fiquei com a sensação (puramente baseada no "achismo") de que não é tão fiel assim... Superemos!

"Noites Brancas" foi escrito em 1848. Um livro de uma época que muito se afasta de nós exige que entremos na pele dos personagens e nos transportemos para a época em questão, do contrário, nada fará sentido.
Não estamos acostumados a personagens de 26 anos tratados como senhores, velhos, e considerados como já tendo vivido "uma vida inteira". Mais surreal ainda é o amor que nasce do primeiro olhar. Mas, de novo, superemos! Encarnar a época é essencial para que a leitura flua. E agora, falo como professora, didaticamente, para que nada nos passe despercebido!

Essa obra se aproxima muito do Romantismo, mesmo tendo sido escrita em uma época em que tal característica era duramente criticada pelos realistas. O que desperta interesse e curiosidade de imediato.

A história se passa em São Petersburgo, em um período do verão em que o sol não se põe totalmente e, por isso, as noites possuem um ar meio "fantasmagórico". Diante disso, o autor consegue criar todo o clima pro enredo que se segue, utilizando a cidade como um importante personagem na trama.

O livro possui apenas 87 páginas, e vem dividido em cinco capítulos, sendo eles: "Primeira noite", "Segunda noite", "Terceira noite", "Quarta noite" e "Manhã".
O narrador é um homem solitário, preso em livros e sonhos, sem relacionamentos anteriores com o sexo oposto, que vive caminhando pelas ruas e vielas de São Petersburgo e, por causa desse hábito, desenvolveu certo afeto pelo ambiente.

Em uma de suas caminhadas, avista uma jovem, também caminhando, com semblante perdido e tão solitária quanto. Imediatamente desperta interesse e passa a imaginar uma forma de aproximar-se dela. Enquanto pensa como fazê-lo, e quase desiste por não saber como proceder, a oportunidade é jogada em seu colo: um outro senhor aproxima-se da jovem e tenta abordá-la para molestá-la. Imediatamente, nosso narrador aproveita a oportunidade surgida e salva a moça do abusador. Conquistando, assim, sua simpatia, atenção e agradecimento.

De braços dados, os dois seguem o caminho juntos para que a jovem tenha companhia protetora até em casa.

Na primeira noite conversam por algumas horas, o que se torna suficiente para que cresça o sentimento que já fora despertado dentro de nosso narrador, descrito como um Sonhador, pelo próprio.

Uma das partes mais interessantes da história é justamente quando ele discorre sobre o fato de ser um "Sonhador". Durante as 87 páginas de leitura, em nenhum momento seu nome é dito. Então, através dessa primeira explanação de seus sonhos solitários, o personagem personifica-se para nós, leitores, como sendo mesmo "o Sonhador".

Já a jovem, apresenta-se como "Nástienka" que, através de uma nota de rodapé, tomamos conhecimento de que se trata de um diminutivo e forma familiar de Nastassía.

A jovem tem dezessete anos e concorda em reencontrar o sonhador para uma segunda conversa, na noite seguinte. E é ali que a trama começa a tomar uma forma interessante. Descobrimos através da moça que a mesma possui um história paralela a que vinha se apresentando. Ela confessa morar com sua avó, uma senhora cega, dona de uma pensão, que a obrigava a ficar presa a ela, literalmente, por um alfinete. E que, um inquilino da pensão, ao notar esse desconforto, encontrou uma maneira de se aproximar de Nástienka e tentar levar até ela um pouco de distração. Começando pelo empréstimo de alguns livros, com a desculpa de que seria para ela ler para a avó, sendo assim aceito pela senhora. Mais tarde, novas desculpas, inventou que uns amigos desistiram de lhe acompanhar ao teatro e por isso havia ingressos sobrando e gostaria de levar as duas. A avó aceitou e foram algumas vezes a algumas peças.

Encerrada a temporada de teatro, o inquilino traz uma novidade que soa negativa para Nástienka: ele está deixando a cidade, mudando-se para outro país.
Totalmente desolada, e já apaixonada, a moça toma uma atitude drástica, impulsiva e desesperada: arruma suas malas e vai até o quarto do rapaz, suplicar para que a leve junto. O pedido é negado diante das condições financeiras em que ele se encontra. Mas fica a promessa de seu retorno para que se casem!

A dinâmica de como os amores surgem e intensificam em questões de dias ou até mesmo horas assusta quem não passou nem perto dessa época. Quando eu disse lá em cima que precisamos encarnar os personagens e nos transportarmos para a época, era por isso. São fatos que não nos soam com facilidade. Será que os amores eram banalizados? Ou hoje em dia supervalorizamos esse sentimento?

Mesmo não sendo esse o foco do livro, é o que mais me levou a questionamentos.
Em "Noites Brancas, lidamos com um triângulo amoroso intenso e sofrido. De um lado, o sonhador já apaixonado por Nástienka. De outro, a moça apaixonada à espera de seu grande amor. Todos amores surgidos com a mesma rapidez em que são intensificados. Intrigante, no mínimo.

O livro pauta-se nos encontros e conversas dos dois, onde o Sonhador coloca-se no papel de amigo, mesmo nutrindo todo um amor por ela. Tal posicionamento desperta o carinho da menina.

Fatores do destino surgem e mudam os rumos pacatos da relação amistosa dos dois. Tudo muito rápido.

Afeiçoamo-nos ao narrador de forma muito intensa, através de sua melancolia e realidade em que se encontra. Isso faz com que o desfecho nos toque ainda mais intensamente e faça valer a leitura.

Não é spoiler o fato de ser uma leitura triste, visto que essa é uma das características mais marcantes dos romances de Dostoiésvski.

Enfim... Talvez por falta de hábito em leituras do tipo, falta de conhecimento, ou qualquer coisa assim, foi uma leitura que chamo de intrigante. Apenas. Me surpreendeu pela narrativa fácil e simples. Tinha outra ideia pré-concebida.

Fiquei muito tempo pensando e adiando o temido Fiódor Dostoiésvski e, após lido o primeiro, digo com propriedade: de assustador, só o nome mesmo! =P


Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

domingo, 21 de junho de 2015

100 filmes que você precisa ver antes de morrer #8

Olááá! Enfim, mais um domingo. E domingo por aqui é dia de... FILME!!! Mais cinco indicações para aproveitarem esse fim de tarde. Por aqui ta um friozinho ideal pra se jogar embaixo do edredom e aproveitar a pipoca. E aí?

Como semana passada eu iria indicar 5 filmes especiais para o dia dos namorados e acabou não rolando, farei isso agora afinal, todo dia é dia dos namorados, né? [clichê detected]

36 - A casa do Lago


Sinopse: Kate Forster (Sandra Bullock) é uma médica solitária, que morava em uma casa à beira de um lago. Hoje esta casa é ocupada por Alex Wyler (Keanu Reeves), um arquiteto frustrado. Kate passa a trocar cartas com Alex, com quem mantém um relacionamento à distância por 2 anos. É quando, ao se descobrirem apaixonados um pelo outro, eles buscam um meio de se encontrar.

Eu adoro filmes com realidades paralelas e esse, além de ser um romance super fofo, ainda possui um roteiro super intrigante com realidade paralela e ótimo elenco! <3

37 - Escrito nas estrelas



Sinopse: Num apressado dia de compras no inverno de 1990, Jonathan Trager (John Cusack) conhece Sara Thomas (Kate Beckinsale). Dois estranhos no meio da massa em NY, seus caminhos se cruzam em um feriado, sendo que logo sentem entre eles uma atração mútua. Apesar do fato de ambos estarem envolvidos em outras relações, Jonathan e Sara passam a noite andando por Manhattan. Quando a noite chega ao fim, os dois são forçados a determinar algo como seu próximo passo. Quando Jonathan sugere uma troca de telefones, Sara rejeita e propõe uma idéia que dará ao destino o controle de seu futuro. Se eles tiverem que ficar juntos, ela diz a ele, eles encontrarão o caminho de volta para a vida um do outro.

Romancinho bem água-com-açúcar, puro entretenimento e umas lágriminhas sutis de canto de olho. Mas como muito da temática, do acaso, do destino... Ai que fofa eu to hoje! rs

38 - Meu primeiro amor


Sinopse: Vada Sultenfuss (Anna Chlumsky), uma garota de 11 anos, é obcecada com a morte, pois sua mãe morreu e seu pai, Harry Sultenfuss (Dan Aykroyd), é um agente funerário que não lhe dá a devida atenção. Vada é apaixonada por Jake Bixler (Griffin Dunne), seu professor de inglês, e no verão faz parte de uma classe de poesia só para impressioná-lo. Paralelamente é muito amiga de Thomas J. Sennett (Macaulay Culkin), um garoto que é alérgico a tudo. Quando Harry contrata Shelly DeVoto (Jamie Lee Curtis), uma maquiadora para os funerais, e se apaixona por ela Vada se sente ultrajada e quer fazer qualquer coisa que estiver em seu poder para separá-los.

Faz parte da infância. Ta na lista dos primeiros filmes que me fizeram chorar, então tem que estar na lista!!! 


39 - E se fosse verdade...


Sinopse: David Abbott (Mark Ruffalo) alugou recentemente um belo apartamento em San Francisco. A última coisa que ele gostaria era dividi-lo com alguém, mas logo surge uma jovem bonita e controladora, chamada Elizabeth (Reese Witherspoon), que insiste que o apartamento é seu. David imagina que houve um grande mal entendido, até Elizabeth simplesmente desaparece. Ele muda a fechadura de casa mas isto não impede que Elizabeth ressurja, sempre aparecendo e sumindo como se fosse em um passe de mágica. David fica então convencido de que Elizabeth é um fantasma e passa a tentar ajudá-la a passar para o "outro lado" do pós-vida. Só que ela está convencida de que também está viva e se recusa a fazer qualquer travessia.

Romance leve que arranca sorrisos, lagriminhas, cativa, envolve e ainda possui um roteiro bem divertido e original! 

40 - Namorados para sempre


Sinopse: Casados há vários anos e com uma filha, Cindy (Michelle Williams) e Dean (Ryan Gosling) são jovens da classe trabalhadora que passam por um momento de crise, vendo o relacionamento ser contaminado por uma série de incertezas. Ele trabalha como pintor, enquanto que ela é enfermeira de uma clínica médica. Seguem em frente e tentam superar os problemas, se baseando no passado que fez com que se apaixonassem um pelo outro.

Esqueça comédias românticas, romances melosos e dramas românticos. Esse filme esfrega a realidade na sua cara sem dó nem piedade. Seco, cru e incrível!

E aí, gostaram das indicações de hoje? :) 
Beijinhos e até a próxima!

Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!
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