30 de julho de 2015

1 filme por semana 25/54: O Gabinete do Doutor Caligari

Olá, tudo bem com vocês?

No "1 filme por semana" de hoje, atendemos ao tema "Um filme preto e branco". Venham ver minha escolha e deixem suas opiniões nos comentários! 





Foi necessária uma boa dose de pesquisas para conseguir resenhar este filme, já que eu pouco sabia sobre o expressionismo alemão.



Lançado em 1920, com roteiro de Hans Janowitz e Carl Mayer e direção de Robert Wiene, o filme possui 52 minutos de duração e em minha visão, foi no mínimo intrigante!

Apesar de já ter ouvido falar do “Expressionismo Alemão”, nunca havia visto um filme desse Movimento e, mesmo já sabendo das características dessa corrente, com certeza mergulhar no mundo de “O Gabinete do Doutor Caligari”, foi bastante estranho!



Para continuar falando do filme, preciso adiantá-los sobre esse Movimento do cinema, para que vocês entendam a mensagem que o filme nos passa.

O Expressionismo Alemão teve início no cinema mais ou menos em 1920 e ilustrava o sentimento de frustração e depressão generalizada que os alemães viviam na época.
Derrotados após a 1º guerra mundial e humilhados após assinar o Tratado de Versalhes, com seu dinheiro e sua moral desvalorizada, a Alemanha vivia um momento muito delicado e a nação inteira partilhava da consciência coletiva de humilhação. Era um povo que estava sendo mal visto pelo mundo inteiro, com uma realidade amarga e pessimista.
E então, o expressionismo alemão surge combatendo a realidade com a emoção e a ludicidade. Influenciado por Nietzsche, Van Gogh e Freud, mostrando além das emoções também os desafios à autoridade, os filmes dessa corrente carregavam uma forte carga psicológica criando no espectador, uma sensação de pesadelo e realidade distorcida. 



Tentando trazer o lúdico e o psicodélico em uma época onde o cinema era mudo e em preto e branco, a forma que o movimento usou para caracterizar-se, foi montar cenários distorcidos, ângulos bizarros e uso de sombras. Os atores abusavam das expressões corporais e faciais exageradas e todo o conjunto parecia ser um teatro filmado.




E depois de conhecermos qual a intenção dos diretores do Expressionismo Alemão, podemos falar de O Gabinete do Doutor Caligari. O enredo se resume a uma feira itinerante que como atração traz um homem (Caligari) que controla um sonâmbulo que faz previsões sobre o tempo de vida das pessoas. O problema é que ele acerta essas previsões e as pessoas passam a ser assassinadas. Depois de algum tempo, descobrimos que Doutor Caligari era o diretor de um manicômio que hipnotizava seus pacientes para realizar suas atrações. O final do filme, nos mostra que tudo não passa de um delírio de um jovem que começa a contar a história. O que eu não sabia, era que o roteiro original foi modificado para ser melhor comercializado e o final era o Doutor Caligari em uma camisa de força depois de ser descoberto. 




Um filme que fala de poder, manipulação e loucura, composto por dramas em excesso, tristeza, terror e angústia, O Gabinete do Doutor Caligari, traz todas essas características e ainda nos mostra a visão de uma mente doente e o poder de política manipuladora. Apontado por listas de filmes para quem curte psicologia, nos sentimos mergulhados na loucura de um homem que acredita estar sendo perseguido. Um confronto entre o real e o imaginário. 





_____________________________________________________________________________________________
Sobre o Autor: 
Liza AlvernazPit Larah |  Facebook - FanPage - Projeto
Autora do livro "Tribo do Amor", estudante de Pedagogia, dona da fanpage "Da tribo do amor" e idealizadora do projeto "Clube Literário Palavras ao Vento". Valenciana de coração, hiperativa por natureza, viciada em livros e séries, exageradamente intensa, um verdadeiro desajuste!

29 de julho de 2015

Resenha | Um Caso Perdido (Colleen Hoover)

Título: Um Caso Perdido
Autor: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Número de páginas: 384

Sinopse: Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras...
Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.






24 de julho de 2015

Resenha | A Águia e a Galinha (Leonardo Boff)

 A Águia e a Galinha  

Título: A águia e a Galinha
Autor: Leonardo Boff
Editora: Vozes
Número de páginas: 206

Sinopse: Cada um hospeda dentro de si uma águia. Sente-se portador de um projeto infinito. Quer romper os limites apertados de seu arranjo existencial. Há movimentos na política, na educação e no processo de mundialização que pretendem reduzir-nos a simples galinhas, confinadas aos limites do terreiro. Como vamos dar asas á águia, ganhar altura, integrar também a galinha e sermos heróis de nossa própria saga? Este livro sugere caminhos, mostra uma direção e projeta um sonho promissor.

23 de julho de 2015

1 filme por semana 24/54 : Doze Homens e uma sentença

Olá, tudo bem com vocês?

Essa semana, o "1 filme por semana traz o tema": Um filme cult. A Natalia assistiu "12 homens e uma sentença" e falou dele pra gente. Vem conferir!


Sinopse: Um jovem porto-riquenho é acusado do brutal crime de ter matado o próprio pai. Quando ele vai a julgamento, doze jurados se reúnem para decidir a sentença, levando em conta que o réu deve ser considerado inocente até que se prove o contrário. Onze dos jurados têm plena certeza de que ele é culpado, e votam pela condenação, mas um jurado acha que é melhor investigar mais para que a sentença seja correta. Para isso ele terá que enfrentar diferentes interpretações dos fatos, e a má vontade dos outros jurados, que só querem ir logo para suas casas.

Esse filme foi um daqueles achados quando estava mudando de canal, sem muita opção do que ver e acabou virando um dos meus preferidos. Com uma narrativa centrada quase toda num único cenário, muito diálogo, que mostra as várias diversidades de pessoas e que nos faz pensar em muitas reflexões, principalmente, sobre como julgamos e condenamos, ele conquistou o meu aplauso.
Tudo se passa no que parece um simples julgamento de um menino acusado de matar seu pai. Depois do julgamento, de tudo que as testemunhas e advogados disseram, os jurados – responsáveis pelo futuro desse garoto – se reúnem para resolver o veredicto.
Parecia ser uma decisão rápida, afinal, a maioria tinha certeza que o garoto tinha mesmo cometido o crime. Menos um dos jurados. E é a partir dele que tudo começa a mudar, ele faz observações sobre tudo que foi dito, repassar alguns pontos do caso, repete falas dos envolvidos, até faz algumas simulações sobre o tempo e o espaço do assassinato cometido.
Diante isso, o que parecia ser uma condenação inevitável e rápida, vira um caso muito debatido, discutido, até brigado e obrigou que os 12 homens responsáveis por aquela decisão ficassem por horas tentando achar a solução do caso.
Muitos vão mudando de opinião de acordo com tudo que é dito e mostrado, outros continuam "batendo o pé" que o garoto é sim culpado pelo crime. A verdade é que ninguém mais tem certeza absoluta de nada. É mostrado o quanto o Ser Humano é capaz da dúvida e o quanto também é influenciável por palavras, sorrisos e seu interesse pessoal.
É possível perceber que muitos queriam mesmo era se livrar logo do julgamento, sem se preocupar se estavam ou não colocando um inocente na cadeia. Outros não pararam para refletir nada do que foi dito no julgamento, apenas aceitaram e concordaram como se fossem adestrados para isso. Outros só queriam mesmo "gastar" essa mania assustadoramente comum das pessoas de julgar os outros da sua maneira e sempre da maneira mais fácil para si mesmo.
No entanto, um homem, um único homem foi capaz de mostrar como isso pode ser errôneo e suas conseqüências devastadoras. Um homem teve coragem de ir contra os outros onze e mostrar seu ponto de vista. Um homem teve paciência de ouvir, refletir, falar e demonstrar aquilo que acreditava de verdade. Porque ele, de todos, provavelmente era o único que realmente acreditava em tudo. Por causa desse homem, o final do filme é completamente diferente do que você espera quando começa a ver.


Suas lições são muitas. É um filme antigo, mas que merece muito ser visto, revisto e pensado. Para mim, uma verdadeira obra de arte! 

Sobre o Autor:

Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

22 de julho de 2015

Resenha | Atração Magnética (Meredith Wild)


Título: Atração Magnética
Autor: Meredith Wild
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 288

Sinopse: Uma bela jovem com um segredo, determinada a fazer de tudo para vencer na carreira. Um bilionário decidido, com habilidades que vão muito além de seus dons em informática. Uma paixão avassaladora que vai pôr de ponta-cabeça os planos de todos os envolvidos. Erica Hathaway aprendeu desce cedo a não depender de ninguém. Recém-formada em Harvard e dando início à própria empresa, tudo o que ela não quer é perder seu foco profissional por conta de paixonites juvenis. Planos, porém, são feitos para falhar. Em uma reunião decisiva, Erica conhece o misterioso e genial empresário Blake Landon e se vê imediatamente atraída por ele. Apesar de o sentimento ser mútuo, ela resiste aos avanços implacáveis de Landon. O que ele não imaginava era que Erica escondesse um segredo inimaginável, que pode pôr a perder não só a relação entre os dois, como também a vida que ela lutou muito para construir.


18 de julho de 2015

Aquela dos 30: Fatos sobre nós

Oii gente, tudo bem com vocês?

Depois de alguns dias sem postar essa coluna deliciosa que nos faz viajar dentro de nós mesmos, voltamos!!!

Hoje trazemos o tema: FATOS SOBRE NÓS!

VEM!!!

Fatos da Eliza

 1 - Sou Pedagoga e Supervisora Escolar. Amo meu trabalho na mesma intensidade em que reclamo dele.

2 - Tenho um filho - lindo - chamado Arthur, e seu nome foi escolhido devido minha paixão pela história do Rei Mitológico (ou não!).

3 - Tenho medo de borboleta, barata, galinha, e de "debaixo da minha cama de madrugada".

4 - Amo cerveja, falo palavrão, sei a regra do impedimento e ainda sou 'menina'. Lidem com isso.

5 - Sou feminista com tendências interseccionais. 

6 -  Sou apaixonada por Alice. Sim, aquela de Wonderland.

7 - Sou viciada em internet, neosoro, corujas e Beatles.

8 - Tenho dificuldade de apegar-me às pessoas. Mas quando o faço, sou leal, parceira e amiga no sentido mais amplo da palavra.

9 - Escrever me desnuda. E também me alivia.

10 - Minha praticidade confunde as pessoas. Outras vezes, assusta. E, muitas vezes, irrita. 

Fatos da Natalia


1- Tenho um gênio forte.

2- Sou um paradoxo: tímida, falante, envergonhada e sem papa na língua.

3- Penso demais nos outros e esqueço de mim.

4- Tenho tendência a sempre falar dos meus defeitos e pouco das qualidades.

5- Mania forever de mexer nas sobrancelhas.

6- Já chupei dedo.

7- Tenho fobia de fogo.

8- Tenho sérios problemas com peso.

9- Amo ler e escrever.

10- Tenho muito medo de perder minha mãe.




Fatos da Pit

1- Sou teimosa.

2- Indecisa.

3- Meu cabelo mancha minhas roupas e meus lençóis.

4- Gosto de acordar depois do meio dia.

5- Não tenho paciência para reclamações.

6- Não gosto de religiões.

7- Não gosto de usar sapatos nem chinelos

8- Faço mil coisas ao mesmo tempo e às vezes odeio isso.

9- Já tentei ser vegetariana 2 vezes, fiquei 1 ano e meio sem comer nenhuma carne, mas 
não consigo mais.

10- Sou alérgica a frango, lactose, soja, glúten, morango, maçã, carne de porco, enfim... quase todas as comidas do mundo!

O que acharam de conhecer mais um pouquinho da gente? Espero que tenham gostado. beijinhos e até a próxima!



Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

17 de julho de 2015

Resenha | Natasha (Hellen Pimentel)


Título: Natasha
Autor: Hellen Pimentel
Editora: Modo
Número de páginas: 207



Sinopse: Ela é louca, temperamental, de lua, agitada e quieta. Fala muito e às vezes não fala nada. Fica com raiva de você sem motivos nenhum, e muito grata pelo mesmo. Não ligue se ela sumir por algumas semanas. É normal. Ela desaparece do nada, mas sempre volta, não importa quanto tempo. É um anjo e um demônio dentro de uma só menina. Sabe tudo sobre a sua vida, mas você não sabe NADA sobre ela. Você se apaixona por ela no primeiro instante que a vê. E então cometeu o maior erro da sua vida. 




16 de julho de 2015

1 filme por semana 23/54: Across the Universe

Olá, tudo bem com vocês?

Hoje é dia da coluna "1 filme por semana" e o tema do dia é: "Um filme que você gostaria de ter visto no cinema".


Quando peguei o tema, logo pensei em falar sobre "Insurgente", por ser um filme que eu queria MUITO ter visto no cinema e não rolou. Só que não rolou no cinema, e não rolou em casa ainda. Então ficará pra uma próxima oportunidade. Tendo explicado, comecei a pensar em qual filme eu falaria... Eis que veio "Across the Universe" à mente e não tive como fugir!




Além de ser um dos meus filmes preferidos, é um filme que depois que assisti pensei como teria sido incrível assisti-lo na telona!

Lançado em 2007, Across homenageia a melhor banda de todos os tempos (não, não to falando de Titãs): The Beatles.

O filme se baseia no romance de Jude (Heeey, Juude) , um jovem de Liverpool, e Lucy, uma jovem estadunidense. O roteiro é desenhado entrelaçado as músicas do quarteto, o romance, as histórias individuais dos personagens e, tendo como pano de fundo, todo o cenário dos acontecimentos dos anos 60.

O musical vem com uma nova roupagem nas melodias dos Beatles e cada música é bastante pertinente ao momento em que é usada no filme. 



Sou fã da banda, logo, suspeita, mas acredito que Across seja um filme para todos e não só Beatlemaníacos.

O roteiro bem construído, personagens com química incrível e a fotografia impecável só me fizeram ter certeza do quanto gostaria de ter curtido cada segundo, cada nota, cada cena, no cinema. Por isso a escolha de hoje!




Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

15 de julho de 2015

Crítica | Os Minions










Sinopse: Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo.



Eu sempre fui muito apaixonada pelos Minions, desde que vi "Meu Malvado Favorito" pela primeira vez. São serzinhos engraçados, despojados e muito singulares. Em seu próprio filme, os amarelinhos não ficaram atrás, mostrando o quanto são mesmo especiais e capazes de conquistar crianças e adultos.

Primeiro ponto forte do filme: descobrimos como os Minions surgem, ou seja, nascem, já que em "Meu Malvado Favorito 1 e 2" em nenhum momento dá uma ideia, mesmo eles sendo muito diferentes dos humanos, mas com características de pessoas muito presente neles. E posso falar: é até surpreendente a forma como nascem.

Sei que muita gente ficou com o pé um pouco atrás por conta do filme, não sabendo bem como ficaria, já que os Minions "não falam", acharam que seria sem graça. Mas, pelo ao contrário, é muito engraçado o filme. Muito divertido, prende a sua atenção e os criadores foram muito inteligentes ao usar a linguagem não-verbal de uma maneira tão forte e precisa.

Mais uma vez eles estão buscando trabalhar para vilões, fazer maldades incríveis e ajudar a conquistar o mundo. No entanto, sem perder aquele jeito doce, bom coração e trapalhadas típicas deles. Inclusive, acho essa a grande "sacada" dos Minions para as crianças. Apesar de servirem o mal, eles são completamente do bem, o que mostra que as pessoas são assim: não completamente boas, mas também não completamente más.

Depois de muito procurarem e passarem por muitos patrões, Stuart, Kevin e Bob vão a busca de um super vilão para que os amarelinhos não tão do mal possam servir e acabam conseguindo ir trabalhar com Scarlat, uma vilã muito conceituada, amada e bem do mal. Exatamente o que eles queriam. Ela dá uma missão para eles e ao irem cumprir, vira tudo do avesso ao se meterem em uma confusão atrás da outra.





É justamente essas confusões que fazem todo o desenrolar do filme, fazendo com que muitas gargalhadas sejam dadas, que a gente torça muito pelos Minions e chega até o ponto de como conheceram e viraram "empregados" do Gru. Isso mesmo, gente, descobrimos como tudo começou. Esse momento é emocionante, confesso!

Saí do cinema muito satisfeita e morrendo de vontade de ver mais vezes o filme. Virei ainda mais faz deles e do Gru. Quis até que tivessem mais filmes deles. 

Muitas lições são ensinadas e por isso mesmo o filme é recomendadíssimo para qualquer idade. É importante poder juntas diversão e ensinamentos num mesmo pacote. 

Sobre o Autor:

Liza AlvernazNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.




9 de julho de 2015

1 filme por semana | 22/54 : Van Helsing

Antes de qualquer coisa, já tô me preparando para levar as pedradas de algumas pessoas!

Não entendeu?! Mais pra frente, você entenderá... Escute só o meu drama:

O “1 filme por semana” dessa semana está por minha conta, e o tema proposto é algo que gerou meio que uma “polêmica” (digamos assim), entre mim e a nossa chefa...

Pra mim -JUSTO PARA MIM! kkkkkkkkkkk’- ficou um dos temas que eu mais torci para não pegar... Um filme de vampiro!

Eu torci pra não pegá-lo simplesmente pelo fato de eu não ser fã assíduo e adepto de filmes do gênero (SALVAM-SE EXCEÇÕES), e por eu ter uma “birra” – sim, confesso – com a série Crepúsculo e afins... Esse é o momento que vem as pedradas! Hauhauhauhauahuahu’

Pois bem, passado o momento crucificação, vamos seguindo... Eis que surgiu a minha saga para lembrar de um filme que abordasse o gênero, sendo que só vinha “Crepúsculo, Crepúsculo, Crepúsculo” na mente, algo que contou com a ajudinha da nossa chefa e sua pressão psicológica e “zoeira without end”!

Porém, consegui me lembrar dele, que foi um filme que eu tenho uma lembrança muito forte de anos – muitos, por sinal – atrás: Eu assisti tanto esse filme, tantas vezes, que cheguei a decorar a maioria das falas! :P hauhauhauhauha’... Como pude esquecer dele?! O mito VAN HELSING!

Então é dele que falarei hoje!


Um dos mais esperados filmes de 2004, Van Helsing foi fracasso de bilheteria e massacrado pela crítica! Embora existam todos esses contras, eu insisto em remar contra a maré e o considero um filme espetacular!

O filme conta a história de Van Helsing (Hugh Jackman), um assassino de monstros a serviço da igreja, que é mandado até a Transilvânia para eliminar o notório vampiro: Conde Drácula (Richard Roxburgh). Como braço direito, Van Helsing tem Anna Valerius (a linda, gata, sensacional, linda, espetacular, gata, linda, gata... Kate Beckinsale), a última remanescente de uma família que tem laços com o conde.


O filme ainda conta com monstros imortalizados como lobisomens e o Frankenstein - que antes de serem “produtos” do cinema, têm todo um histórico bem embasado em suas histórias e contos literários –, e esse foi um dos maiores alvos das reclamações de 11 a cada 10 críticas...


Eu, pelo menos, enxergo de maneira diferente: Em momento algum Van Helsing se propõe a ser um filme de terror, mas se baseando nos moldes do mítico “A Múmia”, ele é ótimo filme de ação, cheio de cenas antológicas, com detalhes especiais (como por exemplo, as metralhadoras e granadas que normalmente são usadas em filmes de ação e tiroteio, aqui dão lugar à bestas e bombas santas), e um contexto excepcionalmente original!


Sinceramente, eu nunca entendi porque um dos melhores filmes que eu já vi (sim, eu o considero assim!) e que todo mundo que o assistiu gosta, tenha sido um dos filmes mais odiados da crítica... O que eu imagino, é que colocaram uma expectativa exorbitante em um filme que não tinha a proposta que esses “críticos” aguardavam tão ansiosamente.


Bem, eu assino embaixo de tudo o que eu falei aqui hoje! Van Helsing pode ser sim um filme que “encaminha” para o clichê, mas mostra-se extremamente original!

Sucesso ou fracasso?! Talvez ele seja daqueles que ninguém assume, mas todo mundo gosta lá no fundo desde a primeira vez que assistiu!



Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Vic Lima |  Facebook - Twitter - Soundcloud  |  Todos os posts do autor
Aspirante à aprendiz de músico. Pernambucano, Canceriano e há 21 anos fazendo e falando besteira. Aquele que entrou pela cota de "Copiloto, Sócio e Braço direito da Idealizadora do Blog".

8 de julho de 2015

Resenha | Romeu e Julieta (William Shakespeare)

Título: Romeu e Julieta
Autor: William Shakespeare
Editora: Nova Cultural
Número de páginas: 397

Sinopse: Julieta, a bela Capuleto, se apaixona por Romeu sem saber que o rapaz é um Montéquio. Apesar dos problemas que certamente teriam de enfrentar, pois suas famílias eram inimigas, os jovens escolhem viver a intensidade do sentimento que nutrem um pelo outro, decidindo se casar em segredo. As disputas das duas famílias, contudo, não deixam espaço para que o amor impossível do jovem casal possa florescer.


6 de julho de 2015

Resenha | Não faz sentido - Por trás da câmera (Felipe Neto)

Título: Não faz sentido
Autor: Felipe Neto
Editora: Casa da Palavra
Número de páginas: 272


Sinopse: Você já conhece o Não faz sentido. Agora vai conhecer tudo sobre seu criador, o maior vlogger do Brasil.
Criado por Felipe Neto em 2010 sem maiores pretensões, o Não Faz Sentido tornou-se um fenômeno da internet brasileira e o primeiro canal de vídeos em língua portuguesa a ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos.
Confundido muitas vezes com seu personagem reclamão, Felipe Neto expõe nesta obra sua outra face, sem óculos escuros, muito diferente da que se vê em seus vídeos mais famosos. 
Do garoto que se levantou da falência para a exposição meteórica (que o acabou levando à depressão); dos bastidores envolvendo o vídeo contra a série Crepúsculo ao desentendimento com celebridades; acompanhamos, com muita sinceridade, uma história de sucesso por trás dos panos. 
Você conhece o Não Faz Sentido. Agora vai conhecer a história, através de uma linguagem bem-humorada e sem nunca se levar muito a sério, pela lente de quem está por trás da câmera. E comprovar que, apesar do nome, este livro nos apresenta a história de um projeto cujo sucesso possuiu não apenas toda lógica, como também todos os motivos para se comunicar com uma geração altamente conectada, disposta a revolucionar a maneira como lidaremos com a produção e o conteúdo do entretenimento mundial.


4 de julho de 2015

Aquela dos 30 | Coisas que odiamos

Olá, tudo bem com vocês?

Todos nós temos coisas que nos fazem perder a cabeça, torcer o nariz, repudiar, certo? Vamos conhecer nossa lista desses itens que nos fazem querer passar longe?



Eliza odeia

1 - Flores.
2 - Sol/calor.
3 - Gente que fala cutucando.
4 - Gente que "se faz". (De esperto, de malandro, de legal...)
5 - Gente que é feliz o tempo todo. #cansa
6 - Embalagens sem "abra aqui".
7 - Simetrias absurdas e ignorantes. (Ex: "Não sou machista, nem feminista, sou humanista" #praMorrer )
8 - Filme Japonês.
9 - Bolsonaro's
10 - Augusto Cury.

Natalia odeia

1- Gente que é sempre vítima
2- Gente que só sabe reclamar, mas não quer mudar
3- ir ao Banco
4- Café com adoçante
5- Carne de porco
6- Gente que conjuga verbo com mim
7- Gente que acha que a sua fé, visão política, time, escola de samba, pulgas do cachorro, reflexo no espelho ou qualquer outro coisa é melhor do que qualquer um no mundo.
8- Música eletrônica
9- Filme de terror
10- Que tente mudar quem eu sou como se eu fosse um fantoche ou uma caricatura montada da sociedade.

Pit odeia

1- Doce na Comida
2- Dirigir
3- Pendurar Roupa no Varal
4- Nick, Dick, Dawn
5- Galinha Pintadinha
6- Ver gente falando de boca cheia
7- Colocar Açúcar no suco
8- Tdah
9- Escrever com caneta grossa
10- Funk com palavrão


E vocês? Contem pra gente o que vocês odeiam!!! Beijinhos, e até a próxima!


Sobre o Autor: 
Liza AlvernazEliza Alvernaz |  Twitter - Skoob |  Todos os posts do autor
Pedagoga, especialista em Supervisão Escolar e Gestão de Ensino. Leitora compulsiva, libriana desastrada, apaixonada por filmes e séries, viciada em internet e corujas. Mora no interior do Rio de Janeiro, mas não desiste de ganhar e mudar o mundo!

3 de julho de 2015

1 filme por semana | 21/54 : Practical Magic

















Com o título original de “Practical Magic”, dirigido por Griffin Dunne e estrelado pelas lindas e poderosas Sandra Bullock e Nicole Kidman, foi lançado em 1998 e está no topo da lista dos meus filmes favoritos, desde então.

Da Magia à Sedução é um filme que amo muito e admito que o vejo pelo menos 1 vez ao mês e já decorei até algumas falas.

O filme conta a história das irmãs Sally e Gillian Owens.

As meninas ficaram órfãs ainda crianças e foram morar na casa das tias.

A família é marcada por uma maldição invocada por Maria, uma bruxa Owens que antes de ser executada por crime de feitiçaria, consegue se livrar da morte.

Abandonada por seu amor, grávida e amargurada, Maria invoca um feitiço para endurecer seu coração e desde então, nenhuma mulher da família, consegue ter sorte no amor.

Quando apaixonam-se verdadeiramente, o homem por quem estão apaixonadas, morre.




Foi o que aconteceu com o pai de Sally e Gillian, algumas gerações depois de Maria invocar a maldição. Após perder o marido, a mãe das meninas morre de tristeza.

Gillian e Sally, possuem duas personalidades muito distintas. Enquanto Sally é mais centrada e possui poderes mágicos mais refinados e eficientes, Gillian é agitada, desequilibrada e desajeitada com o dom da família.

Na infância, Gillian era louca para se apaixonar, enquanto Sally invoca um feitiço chamado “Amas Veridas”, inventando características impossíveis de existir em um homem, formando o homem perfeito para que ela se apaixone, mas se ele não existisse, ela nunca iria se apaixonar.

Depois de adultas, Gillian foge de casa em busca de aventuras, já que na ilha onde moram sempre foram ridicularizadas por serem bruxas. Sally continua morando com as tias até que as duas fazem um feitiço para que a sobrinha se apaixone e então Sally casa-se e tem duas filhas. 





A felicidade dura alguns anos, até que Sally fica viúva e volta para a casa das tias com as filhas.

Apesar de distância, as Sally e Gillian, não deixam de estar ligadas pelo amor que sentem uma pela outra, assim, Gillian aparece em uma noite para tentar acalentar a irmã. E é enquanto Gillian está dirigindo que escutamos a minha música favorita saindo dos auto falantes do carro dela, “Case of You” de Joni Michell.




Na mesma noite, Gillian volta para seu namorado (Jimmy), mas alguns dias depois liga pedindo socorro para Sally que vai tentar ajudar a irmã. Porém, após alguns acontecimentos, Sally envenena Jimmy Angelov e ele morre.

As duas tentam ressuscitá-lo com um feitiço proibido, mas não a ideia dá certo e o espírito dele fica preso na Terra e começa a perturbar a vida das irmãs. 



As cenas que mais gosto são de quando as bruxas preparam Margarita ao som da música “Coconut” de Harry Nilson;




Quando Jimmy Angelov canta “Always on my mind” de Elvis Presley (que eu amo);

A cena do carro (já citada acima);

E com certeza o momento em que Sally (criança) invoca o feitiço de amor verdadeiro “Amas Veritas”, ao som da música tema do filme “Amas Veritas” de Alan Silvestri.




Trata-se de um filme lindo, doce e divertido que nos mostra o poder do amor, a importância dos laços de família e o respeito e nossa conexão com a natureza. Com cenas marcantes e uma trilha sonora inesquecível que faz parte da minha vida para sempre! 








" Ele ouvirá o meu chamado de longe, e assobiará minha música favorita. Ele saberá montar um pônei de costas, e virar panquecas no ar. Ele será maravilhosamente bom, e sua forma favorita será a de uma estrela. Ele terá um olho verde e outro azul. E se ele não existe eu não morrerei de amor."

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sobre o Autor:
Liza Alvernaz
Pit Larah |  Facebook - FanPage - Projeto  |   Todos os posts do autor
Autora do livro "Tribo do Amor", estudante de Pedagogia, dona da fanpage "Da tribo do amor" e idealizadora do projeto "Clube Literário Palavras ao Vento". Valenciana de coração, hiperativa por natureza, viciada em livros e séries, exageradamente intensa, um verdadeiro desajuste!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Layout: Equipe Epifania | Tecnologia do Blogger | All Rights Reserved ©