quinta-feira, 9 de julho de 2015

1 filme por semana | 22/54 : Van Helsing

Antes de qualquer coisa, já tô me preparando para levar as pedradas de algumas pessoas!

Não entendeu?! Mais pra frente, você entenderá... Escute só o meu drama:

O “1 filme por semana” dessa semana está por minha conta, e o tema proposto é algo que gerou meio que uma “polêmica” (digamos assim), entre mim e a nossa chefa...

Pra mim -JUSTO PARA MIM! kkkkkkkkkkk’- ficou um dos temas que eu mais torci para não pegar... Um filme de vampiro!

Eu torci pra não pegá-lo simplesmente pelo fato de eu não ser fã assíduo e adepto de filmes do gênero (SALVAM-SE EXCEÇÕES), e por eu ter uma “birra” – sim, confesso – com a série Crepúsculo e afins... Esse é o momento que vem as pedradas! Hauhauhauhauahuahu’

Pois bem, passado o momento crucificação, vamos seguindo... Eis que surgiu a minha saga para lembrar de um filme que abordasse o gênero, sendo que só vinha “Crepúsculo, Crepúsculo, Crepúsculo” na mente, algo que contou com a ajudinha da nossa chefa e sua pressão psicológica e “zoeira without end”!

Porém, consegui me lembrar dele, que foi um filme que eu tenho uma lembrança muito forte de anos – muitos, por sinal – atrás: Eu assisti tanto esse filme, tantas vezes, que cheguei a decorar a maioria das falas! :P hauhauhauhauha’... Como pude esquecer dele?! O mito VAN HELSING!

Então é dele que falarei hoje!


Um dos mais esperados filmes de 2004, Van Helsing foi fracasso de bilheteria e massacrado pela crítica! Embora existam todos esses contras, eu insisto em remar contra a maré e o considero um filme espetacular!

O filme conta a história de Van Helsing (Hugh Jackman), um assassino de monstros a serviço da igreja, que é mandado até a Transilvânia para eliminar o notório vampiro: Conde Drácula (Richard Roxburgh). Como braço direito, Van Helsing tem Anna Valerius (a linda, gata, sensacional, linda, espetacular, gata, linda, gata... Kate Beckinsale), a última remanescente de uma família que tem laços com o conde.


O filme ainda conta com monstros imortalizados como lobisomens e o Frankenstein - que antes de serem “produtos” do cinema, têm todo um histórico bem embasado em suas histórias e contos literários –, e esse foi um dos maiores alvos das reclamações de 11 a cada 10 críticas...


Eu, pelo menos, enxergo de maneira diferente: Em momento algum Van Helsing se propõe a ser um filme de terror, mas se baseando nos moldes do mítico “A Múmia”, ele é ótimo filme de ação, cheio de cenas antológicas, com detalhes especiais (como por exemplo, as metralhadoras e granadas que normalmente são usadas em filmes de ação e tiroteio, aqui dão lugar à bestas e bombas santas), e um contexto excepcionalmente original!


Sinceramente, eu nunca entendi porque um dos melhores filmes que eu já vi (sim, eu o considero assim!) e que todo mundo que o assistiu gosta, tenha sido um dos filmes mais odiados da crítica... O que eu imagino, é que colocaram uma expectativa exorbitante em um filme que não tinha a proposta que esses “críticos” aguardavam tão ansiosamente.


Bem, eu assino embaixo de tudo o que eu falei aqui hoje! Van Helsing pode ser sim um filme que “encaminha” para o clichê, mas mostra-se extremamente original!

Sucesso ou fracasso?! Talvez ele seja daqueles que ninguém assume, mas todo mundo gosta lá no fundo desde a primeira vez que assistiu!



Sobre o Autor:
Liza Alvernaz | Vic Lima |  Facebook - Twitter - Soundcloud  |  Todos os posts do autor
Aspirante à aprendiz de músico. Pernambucano, Canceriano e há 21 anos fazendo e falando besteira. Aquele que entrou pela cota de "Copiloto, Sócio e Braço direito da Idealizadora do Blog".

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