terça-feira, 26 de abril de 2016

Crítica: Deuses do Egito

Oi Gente!


Vim contar um pouquinho do que achei do filme "Deuses do Egito". Adoro essa parte da matéria de história e por isso fiquei muito curiosa para ver do que se tratava. Sempre gostei dessa coisa dos deuses de alguma maneira influenciar como era aquela sociedade.




Sinopse: Bek (Brenton Thwaites) é um mortal pacato que se considera apenas mais um soldado, e que vive em um Egito ancestral dominado por deuses e forças ocultas. Quando o impiedoso Set (Gerard Butler), deus da escuridão, toma o trono da nação e mergulha a sociedade no caos, o jovem se unirá a outros cidadãos e com o poderoso deus Horus (Nikolaj Coster-Waldau), para formar uma expressiva resistência.


Não era bem o filme que eu esperava. Bem, não era mesmo. Eu cheguei até a ver o trailler, mas não sei por que, achei que era uma história diferente da que vi. Primeiro que não levei a sério que o filme teria como personagens realmente os deuses cultuados no Egito. Também não sei exatamente por que, achei que eram reis ou heróis que seriam considerados deuses. Eu estava um pouco perdida, é a conclusão que chego, no fim das contas hahahaha.

Indo para a história do filme... Bom, ela não tem nada incrível. A gente torce, tem aventura, esforço, paixão, fé e uma pitada de corpos bonitos bem interessantes. Para quem curte muito a temática "Egito" vai curtir por mostrar os nomes dos deuses, quais era seus dons, o que defendiam, qual eram seus papéis, essas coisas. Para quem não curte, vai aí uma dica de uma aventura.



A história mostra uma época onde deuses e mortais viviam juntos no Egito. Os deuses comandavam o país e subiam ao poder como acontece com reis e rainhas, através da sucessão. Os humanos idolatravam esses deuses e sua maior preocupação era como viver no pós-vida.

Horus estava para herdar o trono do pai, quando seu tio Set, que nunca se conformou de não ter sido o escolhido do pai para ter o trono, aparece, mata o irmão, trava uma luta com o sobrinho e fica com o trono. Ao contrário do irmão mais velho, Set, era impetuoso e ganancioso e governava para o seu poder e não para o povo. Derrotado e sem seus olhos, onde estava seus poderes de deus, Horus se isola depois da morte dos pais. 

No meio disso tudo, Bek era um ladrão que morava com a namorada e queria dar para ela uma vida de rainha. Ao contrário dele, ela era doce, espirituosa e cheia de fé nos deuses. Por isso mesmo, sua namorada acreditava que Horus seria capaz de reverter a situação. Mas só depois que vê sua namorada morta é que Bek passa a dar um crédito para o deus Horus, até ver que as coisas não são como ele imaginava.

A partir daí as aventuras começam, muitas paixões aparecem, uma amizade surge, a fé nas pessoas e nos deuses são colocadas a prova e a nossa torcida começa. Não irei contar muito, pois, apesar de não ser um filme esplêndido, acho bacana cada um ver e tirar suas próprias conclusões.



Ah! Tem efeitos especiais bem bonitos e uma fotografia incrível. Essa parte é bem marcante no filme.

Que os deuses nos protejam e que eu possa contar para vocês mais de outras aventuras aqui no blog.



Até a próxima!
Beijos

E contem o que acharam!!!


Sobre o Autor:
Natalia MenezesNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.

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