quarta-feira, 29 de junho de 2016

Crítica | Como eu era antes de você

Título: Como eu era antes de você
Título original: Me before You
Diretor: hea Sharrock
Ano de Lançamento: 2016

Gênero: Ramoance Dramático
Duração: 1h e 50 minutos
Elenco: Emilia Clarke, Sam Clafin, Janet Mc Teer, Charles Dance, Jenna Coleman, Matthew Lewis


Sinopse: Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.





Que filme lindo!!! 

Sim, é um filme lindo! Um filme romântico, engraçado e emocionante. Um filme para casais, para adolescentes, para solteiros, para família, para qualquer idade. Um filme que conquista. 

Acho sempre muito válido lembrar que um filme baseado em um livro, é inspirado e não cópia do livro. E vamos lembrar aqui que a inspiração é algo livre, então mudanças vão ocorrer. Além disso, imagem e leitura são fontes diferentes de conhecimento, logo quando um se basear no outro, adaptações terão que serem feitas. Não gosto de filmes que modificam completamente os livros, mas entendo e aceito que não serão exatamente iguais e para minha alegria, dentro daquilo que é possível, “Como eu era antes de você” é fiel ao livro (pelo menos eu achei isso).

Amei os atores nos papeis. Gostei mesmo. Will é tão lindo quanto eu imaginava e Lou tão espontaneamente engraçada como eu imaginava. E esta combinação fez com que eu pudesse ver um pouquinho da imaginação na tela do cinema, me deixando ainda mais próxima da história.

Boa parte do filme faz a gente rir. Apesar de toda a carga pesada do Will ser tetraplégico e infeliz com esta sua condição e a Lou lutar bravamente pela vida dele, tem uma leveza nas cenas que as tornam muitas hilárias. Eu ri muito em muitas cenas. Na verdade, eu estava numa sala de cinema lotada, num sábado à tarde e só se escutava gargalhadas ao longo do filme.

Foi muito divertida a cena da ida à corrida de cavalos (eu já tinha rido no livro também), a cara que ela faz quando o conhece, as roupas que ela usa e que ficam mais vivas no filme, a cena que ela ganha a meia de “abelhas” dele de presente de aniversário (para mim a melhor cena do filme disparado. Pela cara dela, do Will e do namorado dela. Só de lembrar eu já estou rindo) e quando ela faz o mergulho na viagem deles. Eu ri em outras cenas, mas estas são as que lembro imediatamente ao falar do filme.

ALERTA SPOILER!

Claro que ler é diferente de ver. Acho até que certas cenas são muito mais impactante quando vemos e neste filme isto aconteceu comigo. Como eu falei no outro post, não chorei no final do livro. Fiquei emocionada, mexeu comigo, mas não cheguei a chorar. Já no filme, minha gente, chorei muito. Muito mesmo. Ver a cena dele falando que não desistiu de morrer e ela implorar para ele desistir cortou meu coração. A despedida deles na Suíça e a carta que ele deixa também me fizeram chorar no filme. Parece que é mais forte no filme do que no livro (apesar de ser praticamente igual). 

FIM DO SPOILER!

Tenho que contar aqui duas cenas lindas que aconteceram no cinema enquanto passava o filme. Uma é engraçada e a outra muito fofa: 

Ao meu lado estava um casal de idosos. Quando a Lou beija o Will pela primeira vez o senhor vira para a senhora e diz: “Finalmente! Já era para essa garota ter beijado ele faz tempo”. Não aguentei. Ri porque achei incrível o senhor pensar a mesma coisa do que eu. Depois veio o final, quando Lou e Will estavam se despedindo, o casal de idosos deram as mãos e choraram juntos. Não é lindo? Eu eu já estava chorando horrores, chorei ainda mais e contei para todo mundo depois.

O bom de ser fã de histórias assim é presenciar momentos tão bonitos e sinceros como este. Momento que eu queria para mim, confesso, e que acredito que dentro do que foi possível, Louisa e William tiveram na história deles.

É um filme que vale a pena e que já estou avisando aqui que irei ao cinema ver de novo. Marcante, gostoso, leve e inteligente. Assim que defino a adaptação do livro de Jojo Moyes. Se puderem ir ao cinema...vão!



Até a próxima!
Beijos!


Sobre o Autor:
Natalia MenezesNatalia Menezes |  Twitter  |  Todos os posts do autor
Amante de futebol, música, filmes e livros, sempre foi apaixonada por histórias, seja lá de qual maneira forem contadas. Ama tanto lidar com o abecedário em forma de frases e parágrafos, que acabou se formando em Letras.


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